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Lixo eletrônico e impactos socioambientais

    Muito se discute, acerca, dos lixos eletrônicos e seus impactos socioambientais. Segundo o teólogo Albert Schweitzer: ''Vivemos em uma época perigosa, o homem domina a natureza antes mesmo de se dominar'', retrata-se de um problema presente na sociedade que afeta a toda a população.


    Obeserva que, o lixo eletrônico tem sido descartado de forma errada. Com o avanço da técnologia, entende-se a necessidade de criar uma nova forma de descartar o que já se foi consumido, entretano não é o que acontece, segundo a revista Galileu, cada pessoa produz em média 8,3 quilogramas de e-lixo(lixos elêtronicos) e apenas 3% segue para a reciclagem.


    Além disso, existem hoje poucos pontos de coletas de especializadas para reciclagem desse lixo, que por ser eletrônico requer um risco maior ao meio ambiente. Segundo o Sistema de Informações Sobre Saneamentos, só 724 muninicípos de 5570 tem algum tipo de coleta de e-lixo. Cita-se o maior aterro do Brasil, Gramacho, que fica no Estado do Rio de Janeiro e teve que ser fechado após o uso indevido para recuperação ambiental.


    Fica evidente que, para que haja uma coleta responsável e a reciclagem, é necessário a criação de novos aterros e a melhoria dos já existem, transformando-os em especialização de e-lixo. Por meio do Ministério do Meio Ambiente junto aos Governadores dos estados, para que saibam a necessidade de cada estado, criando-se projetos que atendam a região, além disso, a criação de campanhas que conscientize a população a colaborar, descartando o lixo de maneira consciente e responsável. Sendo assim, evita as perdas do meio ambiente, ajudando não só a população, mas também ao mundo tudo que passará a ver o país como referência em reciclagem de lixo. Viver bem é um direito de todos, a preservação do meio ambiente torna isso mais fácil.

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