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Lixo eletrônico e impactos socioambientais

 A Terceira Revolução Indústrial, ocorrida em meados do século XX, se caracterizou pelo advento da computação e dos aparelhos eletrônicos, seus impactos foram imprescíndiveis para a formação da sociedade atual. No entanto, apesar de seus pontos positivos, essa mudança drástica no modo de vida da população mundial trouxe consigo muitos problemas. Nesse sentido, as principais causas desse impasse são os impactos ambientais gerados pelo descarte indevido do lixo eletrônico e as doenças trazidas pela falta de reciclagem desse lixo.


 Primordialmente, é preciso analisar como a natureza sofre com o descarte impróprio dos resíduos tecnológicos. Dessa forma, é percebido que os países mais desenvolvidos produzem a maior quantidade desses rejeitos, pois a tecnologia deles se renova em uma velocidade bem maior que as dos países emergentes. Além disso, de acordo com o jornal Acorda Cidade, tais nações, são responáveis por exportar de forma ilegal grande parte desse material para países de terceiro mundo, como os da África. Desta maneira, isso é um problema, visto que o despreparo das regiões pobres para receber este lixo acarreta na contaminação do solo e das águas onde são depositados, degradando cada vez mais o ambiente local.


 Outrossim, por consequência dos fatos supracitados, se faz necessário analisar os riscos de doença e contaminação da população pela falta de reciclagem destes resíduos. Consoante, ainda, ao jornal Acorda cidade, o Japão recicla cerca de 90 a cada 100 toneladas de lixo eletrônico produzido no próprio país. Dessa maneira, isso faz desse país um destaque perante o cenário mundial, onde nem mesmo a maioria das pátrias do primeiro mundo reciclam pelo menos metade do lixo gerado. Assim, a falta de mecanismos eficientes de reciclagem representa um ameaça à saude mundial, pois, como a maioria dos produtos tecnológicos atuais contém metais pesados bioacumuláveis, ao contaminarem os corpos hidrícos que abastecem a população, podem causar várias doenças, dentre elas, o câncer.


 Portanto, diante do exposto, é indubitável a nessecidade de atenuar esta problemática. Para tanto, é preciso que a Organização das Nações Unidas (ONU), por meio de um plebiscito com o todos os componentes participantes, efetivar um legislação específica para regular o índice de exportação e reciclagem de lixo por país. Assim, os países ricos seriam obrigados à elevar a quantidade de massa de resíduo reciclada e, ainda, seria legalizada a exportação desse material, contudo, com várias condições, como a de que quem envia o lixo investirá na modernização da reciclagem do país onde ocorrerá o recebimento do produto. Isso contribuiria para, além da minimização dos problemas previamente citados, também para  o desevolvimento dos países pobres. Enfim, só dessa maneira os impactos trazidos pela 3ª Revolução seriam superados preprando o mundo para a 4ª.  

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