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Lixo eletrônico e impactos socioambientais

Segundo Steve Jobs, um dos fundadores da empresa Apple, "A tecnologia move o mundo". Contudo, os avanços tecnológicos não trouxeram apenas progressos positivos à sociedade, uma vez que o lixo eletrônico causa impactos socioambientais. Nesse sentido, isso ocorre devido ao descarte irregular que provoca a contaminação de solos e rios, além de que, prejudica a saúde de indivíduos que vivem próximos à aterros sanitários.
Em primeiro plano, o descarte inadequado do lixo eletrônico, em locais inapropriados, causa a contaminação de solos e rios. De acordo com dados da ONU, o Brasil produz cerca de 1,5 milhão de toneladas desse lixo ao ano. Nesse contexto, esse é um número notório e a reciclagem desses dejetos é imprescindível. No entanto, os objetos que não são reciclados, contêm metais pesados e substâncias tóxicas que ao entrar em contato com o solo ou com a água acabam contaminando aquela região e assim afetam o meio ambiente.
Ademais, a população que reside perto de aterros sanitários está sujeita a obtenção de doenças provenientes do lixo eletrônico. Consoante o filósofo Thomas Hobbes, o estado é o responsável por garantir o bem-estar do povo. Entretanto, isso não acontece nesses casos, em que o Estado deveria tomar providências para que esses insumos tóxicos, advindos desses aterros não acometam os cidadãos.
Infere-se, portanto, que esse impasse precisa ser resolvido. Por consequência, urge que o Ministério do Meio Ambiente, faça campanhas por meio de palestras e mídias sociais que instruam os indivíduos a levarem esses detritos para postos de coletas de lixo eletrônico, a fim de aumentar a reciclagem, preservar a natureza e impedir o descarte em lixos comuns, que os levem a aterros sanitários. Somente assim, a partir dessas ações, a sociedade progredirá e as tecnologias, como disse Steve Jobs, moverão o mundo para frente.

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