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Lixo eletrônico e impactos socioambientais

 Com o ápice da Guerra Fria, os países envolvidos disputavam por soberania tecnológica, por conta disso, intensificou-se os investimentos na área dos eletrônicos. Desse modo, é sabido que quanto maior a produção, maior a quantidade de lixo, faz-se mister então, a discussão acerca do lixo eletrônico e os impactos socioambientais. Nesse sentido, as estratégias dos países, sobretudo os desenvolvidos, são atrasos no quesito ambiental e humano. Sendo assim, a ignorância e a falta de investimentos escancaram a problemática.


 Primeiramente, a falta de informação da população acerca dos caminhos e tratamentos do lixo é um impulsionador do problema. Nessa perspectiva, segundo Darwin, a evolução da espécie prevê a adaptação dos seres aos meios em que vivem. No entanto, a extinção é causada devido a incapacidade do animal de se adaptar às novas condições, trazendo à tona a necessidade de solução do inconveniente. Portanto, a conscientização do povo corroboraria para a elevação da expectativa de vida.


 Outrossim, a falta de investimentos na tecnologia para reutilização da matéria prima dos produtos agravam a situação. Nesse caso, um exemplo é o Japão, que reutiliza 90 porcento dos materiais, segundo o portal eletrônico "Acorda Cidade". Por outro lado, os demias países não se preocupam com tal contratempo, consequentemente agredindo leitos dos rios e proliferando doenças como o cancêr. Contudo, medidas são necessárias para contornar a situação.


 Destarte, após analisar os fatos, é notório que os impactos desse lixo na sociedade é questão de estratégias. Dito isso, é dever da Mídia televisíva desmistificar os caminhos dos dejetos eletrônicos e suas consequeências para o meio ambiente, com novelas em horários nobres, exemplificando o atual momento, para conscientizar a população e garantir o engajamento. Contanto, somente assim a tecnologia proveniente da Guerra Fria significará um salto humano e ambiental.

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