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Legalização da maconha

No século xix, a Inglaterra tenta dominar a China com a venda alarmante de substâncias psicoativas, como o ópio. Atualmente, de modo análogo a essa prática, a pauta é a maconha, a qual também pode trazer diversos impasses. Dentre os fatores relevantes, destacam-se os riscos e a falta de soluções.
Em primeiro lugar, ressalta-se que a maconha é amplamente utilizada por grupos indígenas em alguns rituais. No entanto, o consumo entre a população urbana cresce de modo desenfreado, o que pode trazer diversos riscos a saúde, como a falta de ar, a perda de memória e os problemas cardiovasculares. De acordo com o jornal Folha de São Paulo, os usuários dessa planta podem diminuir em até 2% a sua expectativa de vida.
Além disso, a falta de ações para regredir o consumo, como palestras nas escolas, centros psicológicos públicos de orientação e o diálogo entre os familiares, faz com que aumente o número de dependentes. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 1,5 milhões de indivíduos usam maconha na sociedade tupiniquim.
É imprescindível, portanto, que o Ministério da Educação crie projetos que viabilizem o uso de debates, centros de tratamento, direcionados a orientação e auxílio sobre o consumo dessas drogas ilícitas. Ademais, os familiares devem ter mais diálogos sobre o tema entre seus membros, objetivando a conscientização. Assim sendo, aumentaria-se a qualidade de vida dessas pessoas e traria mais segurança a toda a população.
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