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Legalização da maconha

O Brasil enfrenta grandes problemas quando o assunto é referente a saúde, seja no sistema público, que não consegue atender a toda população, ou no privado, com seus valores abusivos e que poucas pessoas tem acesso. O resultado de adotar a maconha como uma droga legal não só vai agravar o cenário caótico desse setor, como dificilmente vai diminuir o contrabando em nossas fronteiras - tal como ocorre com o cigarro paraguaio. Por outro lado, uma flexibilidade na legislação para que o uso medicinal possa ser adotado é uma pauta das constantes lutas pelos que defendem a descriminalização. Diante desse debate, medidas para amenizar essa problemática são necessárias.
Platão dizia que o importante não era apenas viver, mas viver bem. Essa ideia ainda não pode ser aplicada amplamente em nosso país, pois a sociedade convive com as chamadas drogas lícitas, que causam inúmeras doenças como câncer, cirrose, problemas cardíacos e depressão. Mas, apesar desses fatores, ainda existem aqueles que defendem que a maconha, com seu alto poder de dependência, deve deixar de ser uma droga ilegal. Um dos principais argumentos usados seria que o número de presos por tráfego de drogas diminuiria em grande escala, pois é a maior causa de prisões em nosso país, sendo em maior escala presente nas limitações do Brasil com os países vizinhos. Tirar as pessoas das cadeias para coloca-las em clínicas e hospitais é simplesmente trocar o problema de lugar ao invés de tentar soluciona-lo.
Entretanto, segundo pesquisa da universidade americana de Harvard, 70% dos médicos, que estudam as doenças dos diferentes tipos de câncer, recomendariam a erva para uso medicinal caso essa fosse legal no Estado do paciente. Em relação as presentes pesquisas científicas, apesar da presente constituição ainda impor grandes obstáculos burocráticos, substâncias como o canabidiol e THC já são usadas em alguns remédios controlados, com autorização da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Mesmo com esse avanço, ainda se sabe pouco sobre o real potencial que a maconha pode ter no âmbito da saúde e estudos mais aprofundados, bem como maior disponibilidade de resultados para a sociedade, ainda são fundamentais.
Com base nas ideias apresentadas, portanto, pontos de vista precisam ser revistos. O Governo deve, amplamente, tomar medidas para que apenas os bons resultados sejam obtidos. O Ministério da Saúde, juntamente com as ONGs, Ministério da Educação e as mídias, precisa afirmar as consequências que a maconha causa, não apenas no indivíduo, mas também no âmbito familiar e escolar, a fim de que a procura pela droga seja cada vez menor, diminuindo também os impactos socioeconômicos nos setores da saúde e segurança. Somado a isso, uma reformulação nas leis que visam as punições campo deve ser adotada, sendo elas uma maior diferenciação entre usuários e traficante e as respectivas penalizações, bem como a diminuição na parte documental em relação a pesquisas cientificas com base na planta, para que maiores resultados visando a saúde da sociedade sejam colocadas em um patamar mais elevado, sintetizando assim a ideia de saúde para Platão, para que todos vivam melhor.
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