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Legalização da maconha

Historicamente, o ser humano utilizou a maconha como forma de recreação. A partir do século XX houve a proibição do uso em âmbito mundial, o que culminou na expansão do mercado ilícito da droga. Sendo assim, o Brasil deve descriminalizar a maconha, pois o mercado legal arrecadaria impostos e geraria empregos ao invés do consumidor contribuir financeiramente com o tráfico, ao mesmo tempo em que haveria suporte ao tratamento à saúde do usuário.
Atualmente, a maior parcela do fornecimento da substância é proveniente dos traficantes. Esse dinheiro inserido no mercado ilícito apenas fortalece o poder das milícias. Considerando toda pecúnia que poderia ser revertida ao comerciante legal, o imposto recolhido referente ao transporte e à venda do produto, a criação de empregos no mercado lícito e a movimentação da economia, fica claro os benefícios gerados por conta da descriminalização.
Além disso, o usuário no cenário vigente se encontra à mercê da produção do traficante. Não existe fiscalização da qualidade da substância ofertada e não há nada além do bom senso do usuário que o impeça de comprar um entorpecente mais danoso vendido na mesma loja ilegal. A descriminalização pode fornecer a garantia de um produto legal e a geração de subsídios ao Sistema Único de Saúde para tratamento nos casos de vício e também proporcionar apoio informativo.
Sendo assim, é preciso que o debate acerca do tema entre em pauta na população e no governo. Para isso, o Governo Federal deve articular pelo Brasil um conjunto de audiências públicas municipais, convocando os cidadãos por intermédio das redes de televisão aberta para haver a discussão do assunto entre ambas as esferas e o esclarecimento dos argumentos prós e contras a causa. Logo após, o Congresso Nacional deve articular um Plebiscito Federal, possibilitando o espaço para a população votar diretamente na proposta e garantir assim o princípio de democracia.
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