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Internet e o emburrecimento da sociedade

 A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê a todo cidadão o direito a educação. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa o declínio do QI da nova geração de crianças e adolescentes ocasionados pelo mundo virtual, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se necessária a análise dos fatores que favorecem esse quadro.


 No que tange a essa situação, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o emburrecimento da sociedade. Nesse sentido, o retrocesso social é bastante preocupante, pois futuramente o país estará nas mãos de cidadãos com baixo desenvolvimento neural. Essa conjuntura, segundo as ideias do filosófo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do "contrato social", já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a educação, o que infelizmente é notório no país.


 Ademais, é fundamental apontar a internet como impulsionador da diminuição do desenvolvimento cognitivo e intelectual dos indivíduos. Dessa maneira, segundo dados da BBC NEWS, apenas 11% das crianças e adolescentes não são usuárias de internet. Diante de tal exposto, é possível verificar que a maioria dos jovens desta geração crescerão com dificuldades intelectuais em alguma área da inteligência, como: linguagem, concentração, memória, cultura. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.


 Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses osbtáculos. Para isso, o governo federal deve investir em programas de conscientização tecnológica, em parceria com as famílias e as escolas públicas e privadas, por meio de cartilhas educacionais de boas práticas para o uso balanceado da internet, investimento em pesquisas e estudos quanto aos malefícios da tecnológia e promoção de campanhas educacionais desde a infância. Espera-se, com isso, diminuir os impactos das telas nos jovens cidadãos e fomentar gerações mais inteligentes. Assim, tornar-se-á possível a construção de uma sociedade permeada pela efetivação dos elementos elencados na Magna Carta. 

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