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Iniciativas para que o esporte seja uma ferramenta de inclusão social

O Brasil é internacionalmente reconhecido como o "país do futebol", atividade de baixo custo e amplamente praticada. Nesse sentido, reafirma-se a filosofia determinista, a qual prevê o individuo como fruto do meio em que vive. Contudo, é preciso romper esse estereótipo, uma vez que o esporte é uma ferramenta de inclusão social em suas diversas modalidades.
É preciso considerar que o esporte pode transformar a vida dos seus praticantes. Destarte, segundo Nietzsche, a vontade de potência leva o homem ao esforço para alcançar melhores condições na vida, sendo o esporte um dos meios pelo qual se alcança essa vontade. Assim, devem-se considerar as atividades de base, praticadas em escolas, como um dos principais alvos do investimento, sobretudo em regiões carentes, pois a prática esportiva auxilia na ascensão social de grupos desfavorecidos.
Entretanto, o desenvolvimento capitalista e dos meios de comunicação tornaram o esporte em uma mercadoria, de acordo com o colunista Roberto da Matta. Dessa forma, os esportes não vendidos em espetáculos de larga escala, como é o caso no futebol brasileiro, acabam sendo esquecidos e pouco praticados, dificultando ainda mais o acesso da população às diversas categorias esportivas. Logo, para haver transformação social é preciso democratização das modalidades.
Convém, portanto, que o Poder Público disponibilize verbas para que o Ministério da Educação e Cultura junto ao Ministério do Esporte construam quadras poliesportivas nas escolas, a fim de ampliar as possibilidades de acesso aos esportes. Ademais, ONG?s e empresas privadas devem criar academias e centros de artes marciais, dentre outras modalidades, em aglomerados habitacionais para que o Brasil não seja apenas o país do futebol.

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