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Indígenas brasileiros na contemporaneidade

Desde o início do século XVI, com a chegada oficial da colonização portuguesa no Brasil, cultiva-se o pensamento etnocêntrico sobre a população indígena. No contexto atual, infelizmente, tal fato negativo ainda persiste, devido as diversas barreiras enfrentadas por esse povo, algo que representa um problema, a ser discutido de forma mais organizada pela sociedade brasileira. Isso se evidencia, não só pela desigualdade social, mas também pelo sistema de ensino precário.
Em primeiro lugar, A Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 garante o direito igualitário para todos os indígenas. Logo, é certo que esse conceito não obteve tanto sucesso, por causa das desigualdades sociais que, mediante à aproximação do desmatamento e às disputas territoriais, favoreceu a demarcação de terras de maneira desigual. Ainda mais, são eventos que ferem um ângulo das normas jurídicas e tornam conturbada a vida dos ameríndios. Desse modo, não há duvidas que a violação das leis, consequentemente, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), atinge cerca de mais de 25% dos índios e, por isso, são necessárias melhorias diante dos fatores citados.
Além disso, a fragilidade educacional brasileira dificulta a resolução do empecilho. De acordo com o educador Allan Kardec, a educação, se bem compreendida, é a chave do progresso moral. Sob essa ótica, é válido salientar que os meios educacionais são de extrema importância para superar o preconceito enraizado contra a valorização da história sociocultural dessa população, porém, sabe-se que a realidade é outra, por exemplo, a pátria é hostil ao julgar o nativo de maneira inferior. Essa situação lamentável, está relacionada à incompetência da grade curricular, que não aborda de forma profunda os costumes e hábitos desses indivíduos de maneira eficaz que, certamente, é fundamental para construção de uma mentalidade com maior respeito ao índio.
Diante do exposto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Portanto, para que a população indígena brasileira tenha visibilidade, o Estado e a sociedade têm papel decisivo. Cabe ao Governo, por meio de cotas, proporcionar a representatividade no Poder Legislativo aos indígenas, por sua vez, as escolas devem procurar por intermédio das aulas de História, informar-se sobre as tradições culturais dos índios, com a inclusão de obras literárias, e vídeos educativos, pelo menos uma vez por mês, adaptadas para cada faixa etária. Ademais, a FUNAI (Fundação Nacional do Índio), em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, devem intensificar a fiscalização nos locais demarcados, com o objetivo de garantir a segurança dos nativos, e amenizar tal problemática ocorrida desde a chegada da colonização portuguesa no século XVI. A partir dessas ações, espera-se, resgatar os valores desses indivíduos proporcionando uma vida mais digna e justa.

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