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Indígenas brasileiros na contemporaneidade

A crise nativa
Desde a colonização do Brasil, a população indígena é subjugada e tomada como incapaz pelo homem branco. A principal consequência deste fato é a dificuldade das tribos de se manterem tanto física quanto culturalmente, algo que deve ser discutido pela sociedade contemporânea.
Em se tratando de território, os indígenas possuem cerca de 12% das terras brasileiras, segundo dados do Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE). Este número vem diminuindo conforme as diversas ações humanas decorridas desde o "descobrimento" do Brasil: o desmatamento causado pela evolução da agropecuária, a estratificação mineral e a evangelização obrigam o povo nativo a mendigar o seu sustento.
Com a redução de sua moradia, os aborígenes procuram estabelecer-se nas áreas urbanas marcadas pela cultura caucasiana. Consequentemente, atos de discriminação tornam-se cotidianos: em 2015, por exemplo, o indígena Carlos Alberto Kaximawá foi morto a tijoladas pelo preconceito existente para com sua etnia.
Em resposta a tais atitudes de segregação, o governo estabeleceu as cotas raciais no Ensino Superior, onde reservam vagas destinadas à população negra, parda e indígena para inserí-las em universidades e faculdades. Ademais, foi elaborada uma lei em 2008 que exige às escolas a inclusão da cultura indígena e afro-brasileira no currículo escolar. E embora já existam estas políticas, é preciso ir além.
A tríade sociedade, governo e mídia é essencial neste aspecto, pois a população em geral pode apoiar organizações - tendo como exemplo a FUNAI - fazendo doações e contribuindo para o benefício da mesma; já o governo, juntamente da mídia nacional, pode realizar ações colaborativas, levando o conhecimento à sociedade da significativa contribuição que os indígenas nutriram para a identidade da nação brasileira, valorizando a primeira cultura "encontrada" no país.
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