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Inclusão de autistas no Brasil

          Na série da netflix "ATYPICAL", é retratada a história de um rapaz portador de autismo que sente dificuldades extremas de socialização no seu cotidiano, em virtude do despreparo das pessoas de lidarem com seu jeito de ser. Nesse sentido, a realidade brasileira é análoga à ficção, tendo em vista que na sociedade atual é visível que pessoas com transtornos neuropisquiátricos sofrem diariamente com a exclusão social, dessa forma, é possível afirmar que tal fato ocorre principalmente pela desinformação populacional sobre as pessoas com autismo, assim como pela ineficácia da Secretária de Educação e seus profissionais despreparados.


        Em primeira análise, é viável observar que o Transtorno de Espectro Autista (TEA) foi reconhecido como doença tardiamente em 1993 pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Dessa forma, a apuração atrasada da doença acarretou pouco conhecimente científico sobre o TEA, logo, a exposição das informações acerca do transtorno são vagas e pouco anúnciadas. Nesse seguimento, a baixa propagação das poucas informações resultam em um meio social desinformado e dotado de preconceitos em relação a pauta do autismo, contribuindo, assim, para o ato de exclusão.


       Outrossim, segundo o artigo 227° da Constituição Brasileira de 1988, é dever da sociedade e do Estado proteger o jovem e adolescente de qualquer tipo de negligência. Entretando, hodiernamente, é fato afirmar que o Estado juntamente da Secretária de Educação negligenciam o ensino inclusivo à alunos portadores de autismo, isso ocorre por meio de profissionais completamente depreparados para lidar com as peculiariedades que cada portador do transtorno possui. Eventualmente, a ineficiência desses órgãos superiores privam e limitam a educação aos alunos especiais, ademais, cometem um erro grave de infração constitucional.


     Nota-se, portando, que medidas são necessárias para resolver as problemáticas analisadas. Concorre ao Estado por meio do Ministério da Educação (MEC) a criação de cursos preparatórios aos profissionais da educação para que possam ter noção de como fornecer aulas aos alunos especiais, a fim de contrubuir com o inclusão social e dimunuir a privação educacional, além disso, é necessário a criação de palestras que colocam em pauta o TEA, com o intuito de informar a população sobre essa doença e diminuir a descriminação. 

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