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Impactos do Agronegócio na saúde

 No início do século XX, o Brasil aderiu a Revolução Industrial, mudando sua forma de produção através da introdução de inovações tecnológicas que viabilizassem o aumento na produção e no consumo, satisfazendo, dessa forma, os anseios do mundo capitalista. Nesse sentido, a expansão do setor agropecuário exigiu a implementação de novas técnicas agrícolas. Contudo, o uso compulsivo de agrotóxicos nas lavouras e a falta de medidas eficazes para resolver esse problema, desencadeou riscos à saúde de milhares de pessoas. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada. 


 O filósofo Nicolau Maquiavel afirmou que não há nada mais difícil ou perigoso do que tomar a frente na introdução de uma mudança. Sendo assim, é necessário que a preocupação governamental se atenha a implementação de políticas públicas que reduzam os impactos provocados pelo uso indiscriminado de agrotóxicos nas lavouras. Contudo, diante da atual realidade brasileira, não é isso que acontece. O uso exacerbado de agrotóxicos e fertilizantes afeta diretamente a saúde dos cidadãos brasileiros, ocasionando, por conseguinte, doenças como câncer e alzheimer.


 Nesse sentido, é válido compreender que o Brasil possui a maior concentração de terras e os maiores latifúndios do mundo. Contudo, uma quantidade considerável de terras estão concentradas nas mãos de poucos latifundiários, que, na maiorias das vezes, não conseguem administrar uma grande quantidade de terra ou utilizam essas terras para interesse próprio. Ademais, a falta de pesquisas e desenvolvimento de culturas mais resistentes a pragas e doenças, distancia o Brasil da resolução desse problema. 


 Portanto, cabe aos Estados, por meio da criação de leis e investimentos, com um planejamento adequado, estabelecer políticas públicas que regulamentem o uso de agrotóxicos nas lavouras, a fim de diminuir, de maneira considerável, os prejuízos provocados no meio ambiente e na saúde das pessoas. Outrossim, é de suma importância que o Ministério do Meio Ambiente promova, por meio de pesquisas no campo científico, maneiras de lidar com pragas e fungos que atacam as plantações. A partir dessas ações espera-se proporcionar uma melhor qualidade de vida para as pessoas. 

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