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Impactos do Agronegócio na saúde

   A Revolução verde marca uma época de profundas tranformações no âmbito físico e social do mundo. É nesse sentido que o uso demasiado de agrotóxicos representa um sério problema resultante desse avanço tecnológico e necessita de reavaliação socioambiental. Sob esse aspecto, convém analisar os principais fatores e possível solução para essa problemática em nossos dias.
    Inicialmente, é possível destacar a falta de compromisso socioambiental das nações no cumprimento de ordens para a proteção do meio físico como um motivador de incoerências políticas. A exemplo disso, o Acordo de Paris que substitue o Protocolo de Kyoto deflagra a exigência de se diminuir a emissão de gases estufa para atmosfera, todavia esse foi ignorado pela grande nação estadunidense- potencial emissora de gases do gênero. Similar a esse ideário, a emergente sociedade brasileira teve no ano de 2019, 28 tipos de agrotóxicos, antes proibidos, com uso aprovado na esfera pública; o que demonstra a falta de coesão política nas decisões e a influência de grandes centros desenvolvidos na propagação de atitudes maléficas socialmente e ambientalmente. Logo, é inaceitável que nações modelos não sejam exemplos para países em desenvolvimento e que mecanismos de proteção socioambiental não tenham efetividade em suas metas.
     Ainda mais, os impactos gerados pelo uso indiscriminado de agrotóxicos revelam a falta de gerência ambiental alternativa por parte das nações. De acordo com pesquisas científicas, os problemas já se apresentam fortemente no meio físico, tanto na contaminação de solos- devido a exiguidade de pontualidade nas ações de pesticidas quanto em seres híbridos- em virtude de possíveis mutações genéticas em organismos vivos. Configura-se então, um cenário alarmante, o que gera questionamentos acerca das modificações trazidas pela revolução verde. Dessa forma, é inadmissível que não se pense em tecnologias que favoreçam o uso pontual desses produtos e alternativas de fertilizantes naturais, a julgar por sua presença inerente no desenvolvimento socioeconômico canarinho.
           Destarte, os impactos trazidos pelo uso de agrotóxicos não se restrigem a esfera ambiental. Em razão disso, o Ministério do Meio Ambiente- responsável pela política nacional do espaço físico associado ao desenvolvimento da agricultura- deve subsidiar pesquisas mais precisas acerca dos malefícios do uso de pesticidas tanto para o ser humano quanto o território. Ademais, deve aprimorar alternativas que atenuem o uso desses produtos nas plantações, por meio de cientistas ambientalistas e biólogos, para que se garanta segurança econômica e socioambiental. Espera-se, com isso, aproveitar somente as benesses da Revolução verde.

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