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Imediatismo da sociedade moderna e a dificuldade em lidar com as frustrações

Conforme o Poeta Pablo Neruda, o indivíduo é livre para realizar suas vontantes, mas deve está consciente das consequências. Nesse sentido, hodiernamente, no Brasil, é notório que esse pressuposto se consolida no contexto social, haja vista que a população, principalmente, de jovens que transitam entre a fase de adolescente para adulto é vunerável a intempéries sociais e da relaidade composta de frustrações e de imediatismo. Sobretudo, é preciso uma reflexão embasa não só no que tange sobre a omissão dos pais em, equivocadamente, restringir o diálogo necessário com os filhos para que estes sejam preparados para viver a realidade, mas também acerca da ausência do Estado em promover políticas que guiem e auxiliem esses jovens.


Em primeira análise, é importante ressaltar quais fatores que incitam e favorecem para consolidação das frustrações intrínsecas na vida dos jovens. Diante de tal exposto, consoante ao artísta André Dahmer "A mesma sociedade que me deprime, vende remédio para me alegrar". Sob tal ótica, é evidente que esse ideal é constatado não só na teoria, mas também na prática, tendo em vista que a esfera social, em partes, há dualidades que podem corroborar para o sucesso do indivíduo bem como seguir normas e regras da sociedade civíl, mas por outro lado podem haver fatores como imediatismo social em se estabilizar, rapidamente, economicamente, socialmente e até mesmo em um curso específico universitário que contribuam para a frustração, insatisfação e a depressão deste. Ademais, o papel dos pais na vida social dos jovens é fundamental para que possam transmitir conhecimento de vida e evitar os possíveis problemas supracitados na vida desses jovens que sofrem com a pressão externa da sociedade e o alvoroço das expectativas que, em muitos casos, não se concretizam facilmente.


Nesse ínterim, destaca-se a negligência e a fragilidade do Estado em acompanhar e auxiliar na preparação da vida dos jovens como impulsionador do impasse. Segundo Thomas Hobbes é de fundamental importância que o Governo com a sociedade desenvolvam um contrato social que vise a felicidade da sociedade. Entretanto, é precptível que a busca incessável e imediata pela estabilidade dos jovens recém-formados da escola ao mercado de trabalho ou socialmente e financeiramente ratifica a ausência de agentes domiciliares e dos órgão específicos do estado que poderiam trabalhar, comitantemente, para a correção desses atos precoces e inocentes por falta de auxílio informativo e poderiam buscar demonstrar as etapas necessárias para que consolide as expectatavias e evitem as frustrações


Em suma, fazem-se necessários subterfúgios que solucionem os problemas. Logo, para mitigá-los cabe ao Governo Federal, com auxílio do Ministério da Educação e Cultura, promover nas redes curriculares das escolas, matérias epecíficas, além novos profissinais psiquiátricos e assistentes sociais que visem a formação intuitiva de vida ao alunos e que busquem demonstras as etapas, irrefutáveis, para que, ao sair do ensino médio, possa ter uma visão ampla da realidade social, assim suprindo a possível falta de diálogo entre pais e filhos, além de extinguir a vunerabilidade dos jovens diante à vida que outrora foi causa direta da frustrações, instatisfações e depressões sociais. Espera-se, com isso, reduzir a ansiedade do jovem, buscar as suas integridade psicológica e, gradativamente, este possa se adequar ao intempéries sociais que a todo momento estão em constante movimento a partir do incentivo ao diálogo dos pais e alteração na rede de ensino.
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