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Homossexualidade e preconceito no Brasil

A homofobia consiste na não aceitação do outro devida à sua orientação sexual. A sociedade brasileira, pautada no conservadorismo, se vê em dificuldades de tolerar um novo estilo que até há três décadas era classificado como um problema patológico: a homossexualidade.
No dia 17 de maio de 1990, a OMS (Organização Mundial da Saúde) retirou o homossexualismo de sua lista de doenças, pois até essa data emblemática e comemorada pela comunidade LGBT era considerada um distúrbio mental, o que mostra que o preconceito aos homossexuais não é recente.
Como consequência disso, no Brasil, segundo dados do GGB (Grupo Gay da Bahia), a cada 25 horas um homossexual é assassinado no país, colocando-o no topo do ranking mundial de violência contra homossexuais. Infelizmente as estatísticas tendem a piorar, visto que uma bancada majoritariamente conservadora no Congresso Nacional, tem dificultado a aprovação de leis de amparo a esse grupo vulnerável.
Por outro lado, o movimento LGBT tem ganhado cada vez mais força e visibilidade por meio de manifestações e movimentos sociais, conquistando direitos importantes como: o casamento homossexual, uso do ''nome social'' e adoção.
Levando-se em consideração os aspectos mencionados, a criação de leis de amparo aos homossexuais se faz necessária visto a vulnerabilidade do grupo, porém, é preciso pressionar deputados e senadores para que essas leis sejam aprovadas, pois o preconceito também está no Congresso. Conclui-se também que campanhas publicitárias sejam realizadas pela mídia e governo, exaltando a diversidade e mostrando a população que um homossexual não se torna inferior e anormal por ter uma opção sexual não heterossexual.
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