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Homossexualidade e preconceito no Brasil

A cada uma hora, um homossexual é agredido fisicamente ou verbalmente. Nos últimos 4 anos, o número de denúncias ligadas à homofobia cresceu 460%. Segundo números do disque 100 da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDHPR), foram registrados 1.159 casos em 2011. Em Outubro de 2014, os episódios contra o movimento LGBT já ultrapassaram a marca de 6,5 mil reclamações.
Os jovens são os principais padecedores dos atos violentos e simbolizam 33% do total de ocorrências. A cada quatro casos de homofobia assentes no Brasil, três são gays. Nesta lamentável estatística está o Estudante de Direito da Usp, André Baliera, de 29 anos, que foi espancado por dois homens no bairro de Pinheiros, zona oeste de São Paulo. Segundo o mesmo, ele voltava a pé para casa pela Rua Henrique Schaumann quando dois jovens o ofenderam por causa de sua orientação sexual. Depois de uma discussão, acabou agredido pela dupla.
Para acoimar essas pessoas que de alguma maneira insultam o movimento LGBT, foi proposto em 2006, o Projeto de Lei da Câmara nº 122/06, que modifica a Lei 7.716, que torna crime o racismo. Com as mudanças propostas, outras formas de discriminação seriam inseridas na lei e criminalizadas, entre elas, a homofobia. Porém, o projeto está parado há nove anos na Comissão de Direitos Humanos do Senado. Esse movimento tem lutado muito pelos direitos iguais, com isso, criaram o dia de luta pela defesa pelos direitos LGBT, 17 de maio, principalmente porque no ano de 2013/2014, foram mortos no Brasil cerca de 550 homossexuais, em crimes que a motivação provavelmente seria a homofobia.
Logo, pode-se concluir que, para combater uma das maiores violências globais, o melhor caminho seria a Educação. Principalmente quando ainda são criança, pois elas devem ser ensinadas a entender a diversidade de orientações sexuais e estas devem ser respeitadas igualmente. As escolas como exemplo poderiam ensinar que não é errado ser diferente e qualquer pessoa pode amar ou se sentir atraída por qualquer pessoa, independente do sexo, sexualidade, religião ou cor. Logo, fazendo jus ao que Pitágoras já dizia. ? Eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens?
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