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Homossexualidade e preconceito no Brasil

Certa vez, o físico Albert Einstein enunciou: "é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito". Nessa perspectiva, pode-se comparar a evolução científica com a incapacidade de se atingir o bem-estar social, fato muito presente na sociedade hodierna no que se refere à identidade de gênero. Desse modo, é inevitável a discussão sobre os caminhos para combater a homofobia no Brasil, os quais recaem nos âmbitos social e jurídico.
De início, é válido frisar que ainda persiste, na sociedade brasileira, uma grande resistência preconceituosa no que se refere ao novo conceito de família no século XXI. Ademais, esse fato gera grande descontentamento para a alienada massa conservadora, muito vinculada a dogmas religiosos. Assim, a difícil aceitação dessa nova realidade demonstra o retrocesso dessa parcela da população, a qual prefere enumerar os aspectos ruins em detrimento dos bons. Inclusive, como Platão afirma que "o primeiro passo para mover o mundo, é mover a si mesmo", evidencia que a superação desse preconceito precisa partir da ideologia de cada ser humano.
Por outro lado, convém analisar o descaso com que essa questão é tratada judicialmente. No Brasil, não é crime matar homossexuais, evidenciando que também há um atraso imenso na legislação e que, consequentemente, esse é o motivo de o país receber o título de líder mundial de homicídios LGBT?s. Ou seja, certamente, a criminalização deste tipo de violência preservará muitas vidas e será uma grande conquista para essa minoria, até como forma de inclusão nesta sociedade tão patriarcal.
Portanto, são necessárias medidas para amenizar os efeitos da homofobia no Brasil. Assim, sendo a televisão o veículo de informações mais comum e a Rede Globo a emissora de maior público, esta deve promover novelas com protagonistas homossexuais, de maneira que retrate a realidade vivida por eles, afim de que seja feita uma maior inclusão dessas pessoas e que tenham maior representatividade. Também, o Ministério da Justiça deve criar não só uma lei para punição de crimes LGBT?s, como também delegacias especializadas, de maneira que os funcionários também sejam deste público, afim de que as vítimas sejam bem atendidas e não se intimidem em denunciar. Assim sendo, será possível diminuir as mazelas deste problema, promover maior bem-estar social e ir de encontro a frase de Einstein.
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