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Homossexualidade e preconceito no Brasil

O patriarcado, desde o período colonial, reafirma a heterossexualidade como norma e pune qualquer desvio do padrão. Nesse sentido, a violência contra a comunidade lgbt atinge níveis alarmantes e exige soluções urgentes para modificar a realidade.
Segundo o Grupo Gay da Bahia, um homossexual é morto a cada 25 horas, colocando o Brasil como o país que mais mata lgbt no mundo. Assim, centenas de vidas são perdidas, em um contexto de impunidade e intolerância. Muitos artistas baseados na necessidade de representação e denuncia da violência, como a sul africana Zaneli Muholi, contribuem para preservar a identidade de gays e lésbicas, além de sensibilizar a sociedade no respeito a diversidade.
A persistência da hostilidade contra homossexuais se dá, principalmente, pela fragilidade do legislativo e das escolas. Logo a relação entre gênero e genitália, que é feito pela heteronormatividade, é reiterada nos espaços públicos de formação. Além disso, os interesses políticos da chamada ´´bancada evangélica´´, no Congresso Nacional, impedem que políticas públicas voltadas aos lgbts sejam estabelecidas.
Portanto, o combate ao preconceito é diário e deve envolver todos os cidadãos. A criação de leis que tipifiquem a homofobia como crime é essencial. Soma-se a isso o preparo que as delegacias devem ter para receber as vítimas que sofreram ataques motivados por sua orientação sexual, a fim de melhorar as informações a respeito de tal violência e dar proteção as minorias. A longo prazo, as escolas devem incluir o estudo sobre gênero e sexualidade, para que desde cedo a diversidade seja naturalizada. Dessa maneira, os direitos humanos e o convívio pacífico entre todos serão alcançados.
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