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HIV na terceira idade

       No prelúdio do modernismo brasileiro, o futurismo vigorou-se como um movimento artístico-literário caracterizado, precipiantemente, pela celebração do progresso social e cultural. Contudo, na contemporaneidade, os desafios do HIV na terceira idade, impedem, lamentavelmente, a conjutura do manifesto futurista na nação. Sendo assim, é irrefutável afirmar que esse cenário negligente está ligado tanto à letargia governamental em excitar o uso de métodos contraceptivos, quanto à falta do senso de criticidade cívica. Nesse ínterim, é fulcral desconstruir esse panorama, intrinsecamente, ligado à perspectiva e finalidade de salvaguardar a austeridade sócio-estatal.


      Em primeiro lugar, ressalta-se, sob um prisma político, a omissão de Ordem Pública no tocante à gestão de mecanismos preventivos de doenças e infecções sexualmente transmissíveis no país. Nesse contexto, é explícito o protagonismo impassível, que o Ministério da Saúde- MS- exerce na aplicação de projetos singulares de atenção primária aos idosos, bem como na resolução de distribuição de preservativos. Isso decorre, principalmente, devido à um empecilho de um empenho orçamentário, o que corrabora para estorvos, como fomento de doenças crônicas na terceira idade, advindas da manisfestação da aids na geração. Por consequência, é relevanter abordar, que essas circunstâncias divergem do primordial princípio de desvelo aos mais velhos: a vida, saúde e proteção como direitos inalienáveis do artigo 6 da Carta Cidadã.


      Da mesma forma, é significativo, também, o ofício de uma população criticamente esclarecida para a construção de uma cultural de prevenção sexual. Nesse sentido, Michel Foucault, no capítulo '' Corpo Dócil'' de sua obra '' Vigiar e Punir'', alude a docialização dos corpos, na qual o conhecimento dialético gera o poder necessário para o combate aos estigmas sociais. Entretando, na atualidade, tal máxima não é adotada, uma vez que a banalização dos métodos de proteção no âmbito senil é, de fato, resultado de uma geração pouco qualificada quanto ao assunto. Nessa ordem, enquanto não houver uma reeducação cidadã, os desafios do HIV na terceira idade, serão uma mazela atemporal de segregação sociocultural.


      Urge, portanto, que os ditames futuristas sejam aplicados na prática. A princípio, incumbe ao Ministério da Saúde, por meio de um empenho orçamentário da Secrataria do Tesouro Nacional, elaborar um Progama de Saúde Senil que, mediante uma equipe multiproficionalizante da área assistencialista, faça projetos extensionistas de distribuição e auxílio médico de métodos contrapectivos, bem como forneça uma atenção a população idosa ja com HIV. Nesse prosseguimento, o programa também deve, por intermédio do Ministério da Educação, fornecer campanhas elucidativas de ensino primário ao traquejo sexual responsável para população longeva. Assim, essas medidas terão como resultado não apenas a seguridade do artigo 6 da Lei Maior para os idosos, mas também de uma docialização foulcatiana para as atuais e futuras gerações.

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