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HIV na terceira idade

            Há diversos aspectos que necessitam da atenção do governo e da pactuação social e política, de forma mais consolidada, a fim de promover o bem-estar da sociedade. Em destaque, registra-se a questão do HIV na  terceira idade, uma vez que parece ineficaz a atuação do governo em estimular a criação de um paradigma cultural voltado ao exercício da autopreservação.


            Nesse contexto, é importante destacar que, de acordo com informações do Departamento de DST, Aids e Hepatites virais do Ministério da Saúde, o principal fator que ocasiona o aumento no número de casos de idosos com HIV é a ausência de uma cultura de uso de preservativos nas relações sexuais. Isso prova a ineficiência de atuação do Estado brasileiro em comunicar às comunidades idosas em geral sobre a importância do uso de preservativos por intermédio de um posicionamento midiático, o que se torna aspecto preocupante na medida em que isso contribui para a persistência do número de contaminações.


           Outrossim, é notório a existência de uma maior fragilidade ao se chegar na terceira idade. Assim, doenças que podem ser ocasionadas pela Aids, a exemplo de pressão alta e de diabetes, tornam-se bem mais alarmentes nos idosos, fazendo-se necessário uma maior criação de clínicas especializadas.


         Desse modo, para que o governo federal atue de forma mais eficiente, compete a este intensificar a criação de informes educativos por intermédio de plataformas como Facebook, Instagram e Twitter, sendo uma forma de comunicar os idosos sobre a importância do uso de camisinhas para evitar a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, o que estimularia a criação desse hábito, reduzindo, assim, o crescimento do número de idosos contaminados por HIV.

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