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HIV na terceira idade

    A maioria das campanhas de conscientização do HIV são destinadas ao público jovem, o que deixa de lado a possibilidade que as pessoas da terceira idade também podem adquirir está doença. Diante disto, é necessário que toda a população, em especial os idosos, passem a entender o grande perigo que a imunodeficiência humana causa. 


    Em primeira análise, vale ressaltar que a forma de prevenção que as pessoas com mais 60 anos usavam na adolescência, não era a camisinha, o que influencia na resistência deles, principalmente os homens, a não querer utilizá-lo e é devido a isso que os índices sobem a cada ano. Segundo Jair Figueiredo coordenador do programa estadual DST/AIDS " é difícil encontrarmos um jovem de 20 anos que mantém relação sem camisinha, mas é comum as pessoas da terceira idade não usarem o preservativo". 


    Além disso, a maioria dos idosos já são portadores de doenças crônicas, como a diabetes e pressão alta, dificultando ainda mais para amenizar o problema, tendo em vista que o HIV acarreta várias outras doenças secundárias como a perda óssea. Ademais, por pensarem que essa enfermidade nunca os atingirá, não fazem as devidas consultas que são necessárias, impedindo o diagnóstico precoce, que de acordo com o Dr Marcos Antônio Cyrillo, infectologista e diretor clínico do IGESPA, "a demora do diagnóstico influenciará também no sucesso do tratamento, qualidade de vida e longevidade".


    Portanto, diante dos aspectos apresentados, o HIV na terceira idade é ainda mais preocupante. O Ministério da Saúde em conjunto com o Ministério da Educação, deve realizar palestras e rodas de conversas com especialistas, destinadas aos idosos, mostrando as causas, consequências e os tratamentos, além de incentivar o uso do preservativo, a fim de diminuir os vários casos de doenças sexualmente transmissíveis.


 

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