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HIV na terceira idade

   No filme “Bhoemian Rhapsody”, é retratada a vida de Freddie Mercury, um astro da musica que ao decorrer da sua carreira descobre ser portador do vírus da adis (HIV). Não obstante do contexto ficcional, o número de pessoas infectadas pelo vírus no Brasil é alarmante, em especial o público da terceira idade, já que não contam com a mobilização do estado e a cultura do cuidado a vida sexual. Diante disso, devem-se averiguar os principais empecilhos que afetam no combate as DSTs entre os idosos brasileiros a fim de solucionar o impasse.


   Em primeiro plano, a omissão do poder público é um algoz a ser analisado. Isso porque o Governo direciona grandes recursos em campanhas de prevenção a parcela mais jovem. Com isso, os idosos se tornam um assunto periférico, como pode ser observados em dados do Ministério da Saúde, que relata um aumento de mais de 40% de indivíduos infectados pelo HIV na terceira idade, nas ultimas duas décadas. Por consequência sem o amparo estatal o público sexagenário tem sua vida sexual desrespeitada e sua saúde intima marginalizada.


   Ademais, os próprios idosos se mostram inflexíveis a aderirem ao sexo seguro contra possíveis doenças. Isso ocorre porque, segundo o assessor técnico do setor de Doenças Sexuais e Hepatites, do Ministério da Saúde, Gil Casimiro, a incorporação do preservativo no cenário brasileiro se mostrou tardia, haja visto, que desde a sua adolescência os sexagenários já ignoravam relações sexuais protegidas, mesmo em um cenário onde Cazuza e Raul Seixas eram portadores do vírus. Consequentemente eles estão propensos a patológicas graves, como a sífilis e a própria adis.


   Compreende-se, portanto, os obstáculos no combate ao HIV entre os veteranos tupiniquins. Deste modo, o Governo Federal em conjunto ao Ministério da Saúde, deve criar um programa de saúde nas comunidades em todo país. Tal programa há de contar com psicólogos, enfermeiros e agentes sociais especializados, que por meio da ludicidade, como panfletos, palestras e oficinas, possam estimular os idosos a aderirem a uma vida intima segura, além de tratamento aos já portadores. Espera-se, com isso, que o HIV  seja relatado somente na ficção

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