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HIV na terceira idade

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito a saúde e ao bem-estar social. Não obstante, esses direitos permanecerem apenas no papel e não apetecivelmente na prática, isso é evidente quando se observa a incidência de pessoas idosas infectadas pelo vírus HIV, cujos longevos pode ter adquirido a doença ainda jovem. É notório que o governo pode solucionar o problema, porém, está em ausência. Nesse sentido, convém analisar tal quadro intrinsecamente ligado à desatenção social e à negligencia governamental.


Mormente, é imperioso destacar que segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, a população feminina dos longevos é a que se encontra em maioria dos casos. Logo, nota-se que o problema é fruto do despreparo civil para lidar com o vírus da AIDS. Isso porque, mediante a ausência de uma orientação adequada, esses idosos usufruíram muito da relação sexual sem preservativo. Esse panorama se evidencia, por exemplo, quando se observa o pensamento do filósofo chinês Sun Tzu, de que, em marcha, um soldado experiente nunca fica desorientado. Com isso, é indubitável que essa filosofia se encaixa em tal cenário, uma vez que tais indivíduos necessitam de orientações.


Ademais, é imperativo pontuar que as populações de terceira idade na fase jovem não tiveram um aprendizado adequado sobre a importância do preservativo, e como causa disso, observa-se a baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne a criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Essa idéia torna-se coerente, por exemplo, quando comparada à analogia do ex-político norte-americano Ronald Reagan, de que o governo é como um bebê: um canal alimentar com um enorme apetite numa ponta, e nenhum senso de responsabilidade na outra. Ora, se um governo omite-se diante de uma questão tão importante, entende-se, assim, o porquê de sua continuação. Desse modo, faz se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.


Em síntese, é necessário que o Poder Legislativo, em parceria com o Poder Executivo, atue nesse processo, com um planejamento adequado, reunindo prefeitos, senadores e deputados para elaborar leis que promovam a distribuição de preservativos feita por orientadores em todas as residências, e que também esclareçam sobre a relevância do preservativo para os idosos e detalhem a importância do tratamento, para que delibere a problemática. Logo, o Poder Judiciário deve atuar fiscalizando essas leis, seguindo os princípios constitucionais, promovendo o cumprimento destas, com o intuito de fornecer uma melhor saúde para os longevos.

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