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HIV na terceira idade

    Durante a década de 1980, o mundo viu-se assustado com os inúmeros casos de uma nova doença, que prejudicava completamente o sistema auto imune do indivíduo e que era tratada com extremo preconceito, pois a maioria dos afetados eram homossexuais. Na contemporaneidade, o preconceito com o vírus da imunodeficiência humana(HIV) diminuiu, pois seus afetados vão muito além da comunidade homossexual e seu tratamento a cada ano se torna mais eficiente. Dessa forma, a doença atinge também a comunidade idosa, devido a sua relutância no uso de preservativos e as ínfimas campanhas de prevenção voltada para essa parte da população.


    Primeiramente, os brasileiros com mais de 50 anos não têm o costume de usar camisinha. De acordo com Gil Casimiro, assessor técnico do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, esses indivíduos não tinham o hábito de usar preservativos quando mais novos e incorporar esse ato quando idosos é muito complicado. Sendo assim, campanhas de conscientização devem ser voltadas com peso para esse parte da população, para que elas possam se proteger devidamente.


    Ademais, a falta de visibilidade dos idosos portadores do HIV é um fator essencial para a negligência de compreender e evitar essa doença neles. Segundo o filósofo contemporâneo Habermas, toda a população deve estar presente no debate político, para que as sociedades possuam o mínimo de desigualdades possível. Dessa maneira, com a devida atenção a esses casos, as mobilizações sobre como evitar o vírus devem ser direcionadas igualmente a todos os setores da comunidade brasileira.


    Em síntese, a presença de novos casos de HIV em pessoas idosas é acometida pela falta de proteção e informação. É indubitável que o Ministério da Saúde, em parceria com a mídia, deve circular veementemente informações sobre como se prevenir durante o ato sexual e reafirmar que o uso de camisinha é essencial para todas as idades, visando diminuir a incidência de novos casos. Faz-se importante, também, que o Ministério da Saúde invista continuamente em pesquisas para a concepção de novos tratamentos para o HIV, objetivando proporcionar aos afetados uma vida de qualidade. Eventualmente, com todas essas medidas, a sociedade brasileira, independentemente da idade, estará livre do HIV.

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