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HIV na terceira idade

A década de 80 no Brasil, foi um período marcado pela presença das primeiras pessoas com HIV, a qual era uma doença desconhecida e que não havia tratamento, fato que preocupava o tecido social. Hodiernamente, o assunto está em pauta no país, principalmente em relação a terceira idade, já que de acordo com o Ministério da Saúde o número de casos é ascendente; sendo a principal causa: a deficiência informacional para esse público que corrobora para aumento da vulnerabilidade do idoso.


Em primeira análise, é importante destacar que, em função da ausência de informação e orientação, os idosos estão cada vez mais vulneráveis ao HIV, consequência do descaso com esse público perante ao assunto das DSTS.  Segundo Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo. No entanto, esse pensamento apresenta desfalques na prática, visto que a terceira idade pouco usa preservativos, devido à falta de formação educacional sexual para essa faixa etária. Pode-se destacar, que a mídia, dificilmente, aborda a problemática, por ter em mente que a terceira idade não tem relações sexuais. 


Por conseguinte, presencia-se um forte aumento de vulnerabilidade entre os idosos. Ao observar a AIDS, percebe-se que ela acarreta muitas doenças, dado que aquela diminui a resistência no organismo do ser humano, logo, não será diferente com a terceira idade. Entretanto, esse fator é mais preocupante com essa, por já apresentar dificuldades na saúde como colesterol, diabetes entre outros. Dados da UNAIDS afirmam que, cerca de 20% dos casos de tuberculose ocorre com pessoas que apresentam HIV. Por consequência, aquela fica mais vulnerável e a expectativa de vida no país diminui, devido ao aumento de casos de enfermidades secundárias.


Portanto, é necessário que haja intervenções para resolver o impasse. Para a minimização de casos de HIV entre os idosos e aumento da proteção desses, urge que o Governo Federal crie, por intermédio de verbas governamentais, campanhas nas redes sociais e canais televisivos, que mostrem à terceira idade a importância do uso de preservativos, aquelas devem abordar os benefícios que esses possuem e os malefícios caso não sejam usados; ademais devem realizar exames semestrais, em postos de saúde, que identifique se o idoso apresenta o vírus, assim a busca pelo tratamento e os cuidados serão imediatos. Só dessa maneira, o pensamento de Mandela será visto em prática.

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