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HIV na terceira idade

Florence Nightingale é conhecida por ser a primeira pessoa que tratou dos ferimentos dos soldados durante a Primeira Guerra Mundial. Ela tinha observado que a maior causa das mortes não era um resultado do combate, mas a falta dos cuidados com os feridos. Não distante daquela época, atualmente, é observado que o crescimento do número de pessoas com HIV, principalmente da terceira idade, deriva-se da falta de conhecimento sobre o tema, o tabu e a proteção. Por isso, tonar-se necessário debater sobre o HIV na terceira idade.


Em primeiro plano, é necessário entender que essa doença pode atingir qualquer faixa etária, mas é notório que existe um crescimento nos idosos. A respeito disso, sabe-se, que tal situação é derivada do pensamento, constante, da sociedade de que pessoas mais velhas não fazem sexo, pelo fato de que já não tem a mesma disposição e o corpo de antes, logo não é necessário que sejam orientados. Entretanto, com o desenvolvimento da tecnologia, como medicações, eles podem realizar essa atividade novamente. Desse modo, infere-se que o crescimento está associado com a visão da sociedade. Além, do fato de que com essa doença outras podem ser derivadas e isso pode complicar a situação desses seres humanos.


Em segundo lugar, vale ressaltar que diferente da nova geração, que tem uma liberdade maior sobre os assuntos, a antiga não tinha. Sobremaneira, muitos dos idosos podem ter obtido essa enfermidade quando eram jovens e não foi tratado por não saberem da existência, além de ser considerado um tabu conversar sobre o assunto. Isso se encaixa na peça do dramaturgo Frank Wedekind ‘‘Spring Awakening’’ que na visão da protagonista Wendla, uma adolescente, a falta de comunicação com a mãe, que era o único meio de se obter informações sobre sexo, resultou numa gravidez precoce. Diante disso, cabe ressaltar que a falta de comunicação gerou um grande problema para a linhagem de maior idade. Consequentemente, eles têm uma visão diferente do mundo e podem não achar necessário a utilização de contraceptivos, pois aprenderam que essa era a forma certa.


Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Faz-se necessário que o Estado, em parceria com a mídia, promova a divulgação de campanhas que alertem os brasileiros, por intermédio, principalmente, dos canais populares da televisão, pois uma parcela da população utiliza esse meio, principalmente a terceira idade. Com essa atitude muitas pessoas vão passar a conhecer e entender sobre o assunto, logo o número de pessoas infectadas vai diminuir.  Outrossim, cabe à sociedade começar a admitir a existência desse problema e mudar a percepção das coisas, por intermédio de conversas entre os membros, visto que um dos grandes adversários é a falta de interação entre as pessoas. Essa atitude, apesar das dificuldades, como vergonha, vai possibilitar o aprendizado e com efeito, apaziguar.  

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