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HIV na terceira idade

A AIDS é um doença sexualmente transmissível (DST) e tem como agente causador um vírus letal que gera a imunodeficiência do organismo invadido. Portanto, as células do hopesdeiro passam a sofrer mutações genéticas devido à presença do vírus e este utiliza toda a maquinaria celular ao seu favor, causando enormes consequências para ao hospedeiro. Nesse contexto, é preciso analisar o atual cenário brasileiro, levando em consideração o número crescente de casos entre a população idosa, o que acarreta muitas problemas, como: o aumento do número de infectados e a redução da expectativa de vida.


Seguindo esse raciocínio, o primeiro ponto a ser ressaltado diz respeito ao aumento do número de infectados entre a população idosa, explicado principalmente pela ausência de políticas públicas destinadas à terceira idade. Segundo o sociólogo Sérgio Buarque de Holanda, para compreender o presente é necessário voltar ao passado, e fazendo uma breve analogia, pode-se perceber que esse problema tem raízes históricas, visto que, o uso do preservativo não foi um comportamento ensinado nas gerações anteriores. Desse modo, sexualidade e afins sempre foram vistos como um verdadeiro tabu, até mesmo pelas entidades governamentais, dando lugar à falta de informação e consequente ignorância da população em relação ao sexo seguro e o uso da "camisinha". Evidencia-se, portanto, os resultados catastróficos num prazo relativamente curto, como revelam os dados do Ministério da Saúde: um aumento de mais de 657% entre 2007 e 2017 dos diagnósticos entre homens e mulheres mais velhos.


Soma-se a isso, outro fato passível de discussão: a redução da expectativa, já que outras doenças podem facilmente se manifestar nos infectados. Contudo, a explicação mais plausível é que a destuição dos anticorpos pelo organismo invasor somado ao consequente enfraquecimento do sistema imunológico, tornam o indivíduo mais suscetível a determinadas moléstias. A partir daí, o tratamento e a recuperação dos enfermos passam a ser cada vez mais difíceis, e o produto final, muitas vezes é a morte. Nesse mesmo âmbito, cabe mencionar a tuberculose como uma dessas enfermidades , já que esta é reponsável por uma em cada cinco mortes dos portadores do vírus, de acordo com os dados divulgados pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS).


Dado o exposto, medidas devem ser tomadas para resolver o impasse. Por isso, o Ministério da Saúde deverá fomentar propostas de conscientização e prevenção das DST's, por meio de palestras e anúncios publicitários com linguagem acessível e destinada a um público específico, contando com o apoio de médicos e colaboradores, a fim de democratizar a informação e oferecer qualidade de vida e bem estar para a população idosa. Ademais, a população civil deverá se manifestar por meio de passeatas e das redes sociais, com o objetivo de pressionar o Governo para a criação de políticas públicas mais efetivas no combate e tratamento da AIDS, visando melhores alternativas para erradicar tal problema. Enfim, o Brasil se tornaria uma grande referência mundial no assunto e obteria destaque entre as potências globais, aliando a ordem ao progresso, para que de tal forma, os referidos obstáculos sejam quebrados.

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