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Gravidez na adolescência

A GRAVIDEZ PRECOCE NO BRASIL
Embora o índice de adolescentes grávidas menores de 18 anos ter diminuído nos últimos cinco anos, o Brasil ainda encontra-se entre os 50 paises do mundo a ter gravidez precoce, diz relatório do Banco Mundial.
Em 2013, o Banco Mundial divulgou um relatório com um ranking de 213 países com maiores números de gravidez precoce. Baseado em critérios de avaliação tais como taxa de natalidade, nível de escolaridade, renda familiar e PIB do país a pesquisa apresentou em maior quantidade países de baixa e média renda. O Brasil, país considerado de média renda segundo a instituição financeira, foi classificado na 49° posição, no qual 70 mil jovens deram à luz no período em que a pesquisa foi realizada.
Abuso sexual de jovens menores de 18 anos é uma causa que compõe o número elevado de adolescentes grávidas no Brasil. Entretanto, a falta de educação sexual é considerada, pelo Banco Mundial, a causa crítica para justificar o alto índice de gravidez entre as jovens brasileiras. Carência de informação sexual como a utilização de métodos contraceptivos provem da falta de conhecimento dos pais - em muitos casos, pais prematuros - e a ausência de ensinamentos sobre o assunto em escolas públicas.
Em rítmo lento, o Brasil encaminha para a minimização dos casos de gravidez precoce. Medidas como intensificação de informações sobre métodos contraceptivos nos veículos de comunicação e redes sociais em conjunto com a abordagem do tema nos ensinos fundamental e médio ajudariam a mobilizar os jovens a respeito das consequências da gravidez precoce, o que diminuiria esse tipo de caso tão presente no cenário brasileiro.
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