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Gravidez na adolescência

Muito se discute acerca da gravidez na adolescência. Diante de um momento em que o número de gravidezes precoces diminuiu consideravelmente, ainda assim, essa se faz presente. Portanto, é necessário analisar essa questão em suas vertentes: educação sexual quase nula, a pouca participação das famílias na vida dos jovens e os reflexos de uma gravidez quando se é tão jovem. Nesse sentido, será possível garantir acolhimento e educação para adolescentes nesta situação.
É fundamental analisar que a adolescência é uma fase crucial na vida do ser humano, em que com hormônios e sentimentos aguçados na maioria das decisões tomadas, refletirão permanentemente em seu futuro; o que implica numa participação ativa da família de educadores na vida de um jovem.
As vidas corridas de pais e o assunto "sexo" ainda ser um tabu, acompanhados de uma educação sexual básica nas escolas, culminam na pouca participação desses na vida de um adolescente. Consequentemente, o contato com o sexo acontece de forma leiga, sem medir consequências (vale ressaltar que além da gravidez, expõe-se ao risco de contrair doenças). Sem diálogo e participação familiar, uma gravidez precoce desperta o medo numa jovem, além de por em risco sua saúde, um acompanhamento pré-natal tardio.
Em suma, a sociedade deve reconhecer que o sexo precisa deixar de ser visto como um tabu, e cobrar medidas de cunho educacional e na área de saúde. ONG's e mídia podem, da mesma forma, discutir esse assunto em debates abertos ao público, visando maior engajamento social ao tema. Escolas podem promover atividades interdisciplinares envolvendo a questão, a fim que alunos levem esse conhecimento aos pais e familiares. Garantir ao jovem amparo, acolhimento e informação correta acerca de seus diretos, são medidas simples que evitam grandes problemas.
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