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Gordofobia e o culto ao corpo padrão

O culto ao corpo perfeito e a gordofobia, infelizmente, têm sido assuntos muito recorrentes com o aumento do uso das redes sociais e midías digitais, nas quais, blogueiras e influencers  exibem o corpo perfeito, sendo, sempre magro e definido, diferente do corpo de milhares de mulheres. Esse conteúdo reforça o padrão de beleza inacançável, pois não apresenta outros biotipos e a beleza de outros corpos, gerando pressão na vida de muitas garotas que não possuem o corpo exibido, e por isso, se acham feias e insuficientes, e esse sentimento vem acompanhado do desenvolvimento de trantornos alimentares e psicológicos e a insatisfação com o próprio corpo, levando a baixa estima e a procura de produtos e procedimentos extremos de beleza.
Primeiramente, a extrema valorização do corpo magro vem causando dismorfia corporal em diversas garotas brasileiras, que apelam para dietas baseadas em transtornos como, por exemplo a bulimia e anorexia. Isto pode ser visto em blog's e paginas em redes sociais cujo o objetivo principal é ensinar dietas com baixíssimas quantidades de calorias consumidas, e incentivar a adesão a vomitar após comer, para conseguir emagrecer e atingir um "corpo perfeito". Esses comportamentos desencadeam doenças e desnutrição, podendo levar a morte.
Em segunda análise, a falta representatividade de outros tipos de corpos na mídias e na indústria da  moda reforça o esteriótipo de beleza de um único corpo, sendo sempre magro. As mulheres que não possuem o corpo parecido com o que é considerado bonito, geralmente, perdem a auto estima, deixam de se vestir da forma que gostam e recorrem a roupas e estilos que disfarçam o corpo, deixando de lado suas personalidades. A indústria de produtos que prometem emagrecer e clínicas de cirúrgias plásticas lucram com a insatisfação do corpo, por isso, a idéia do corpo padrão ainda é reforçada na nossa sociedade.
Portanto, podemos ver como o culto ao corpo magro afeta a vida de milhares de meninas e mulheres brasileiras e como isso deve ser repensado na nossa sociedade. Cabe ao Minstério da saúde junto a clínicas de nutrição realizar campanhas de consientização para desmitificar o que é dito sobre os tipos de corpos, por exemplo que magreza não é sinônimo de saúde. Para que seja vencido a questão da baixa estima, é necessário que exista uma ação nas escolas com terapeputas junto ao minstério da educação, para que as meninas entendam a beleza de seus corpos. 

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