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Foro privilegiado é porta aberta para a impunidade

A Constituição brasileira é clara ao estabelecer que todos os brasileiros são iguais perante a lei, mas infelizmente, o chamado foro privilegiado têm posto em xeque essa narrativa de equidade. Nesse sentido, torna-se urgente debater se os verdadeiros motivos de se haver diferenciação em quem julga as infrações dos agentes públicos são fiéis. Será que o foro não está sendo usado a favor de alguns em detri-
mento de outros e instrumento de impunidade nas mãos daqueles que deveriam servir a sociedade?
É preciso sim! Discutir se o foro privilegiado não está sendo usado como massa de manobra nas mãos de uma minoria. O que se
têm visto nos dias de hoje são pessoas cada vez mais correndo atrás de uma "boquinha" para serem julgados por magistrados aparentemen-
te ligados à política e em várias ocasiões indicados por outros políticos, fatos que, sem dúvida, têm deixado a população inquieta e bastante
insatisfeita.
Ademais, fica evidente que a morosidade da Justiça brasileira têm incitado a impunidade, tanto nos casos de pessoas que exercem
altos cargos públicos quanto baixos. Uma pesquisa realizada pela Faculdade Getúlio Vargas revelou que a maioria dos casos concluídos pelo
STF não foram de fato a julgamento, dado muito preocupante em um país que impera a impunidade e têm uns dos poderes judiciários mais
caros do mundo.
Conclui-se, portanto, que abusos contra a população travestidos de democracia devem acabar. O Congresso Nacional deve reavaliar
a utilidade do foto privilegiado, mudá-lo, restringí-lo ou até mesmo extinguí-lo por meio de uma PEC. Já a sociedade civil poderia, com
a ajuda da grande mídia, acompanhar de perto, exigir e protestar contra a impunidade praticadas por aqueles que deveriam trabalhar para o
povo. Afinal de contas, ninguém é mais igual que ninguém.


OBS: na minha folha deram quase 30 linhas.

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