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Formas de combater as doenças sexualmente transmissíveis no Brasil

Funcionando conforme a primeira lei de Newton, a Lei da Inércia, a qual diz que um corpo tende a permanecer em movimento até que haja uma força capaz de mudá-lo de percuso, as doenças sexualmente transmissíveis (DST) são problemas de saúde pública persistentes no Brasil. Entretanto, em vez de ser a força necessária para mudar seu trajeto, a combinação de fatores educacionais e sociais contribuem para a situação atual.

Primeiramente, de acordo com Platão, o importante não é viver, mas viver bem. Nesse contexto, observa-se que os brasileiros não vivem bem, visto que a cada ano mais de 5,7 milhões de pessoas contraem alguma DST, segundo o Ministério da Saúde. Constata-se então, que tal panorama é fruto do descaso do Estado por não promover uma educação sexual objetificando prevenir esse crescente dado. Por conseguinte, doenças como sífilis, gonorréia, herpes e clamídia deixam o organismo do infectado vulnerável ao vírus HIV e a outras enfermidades.

Outro fator importante é a negligência do contingente demográfico em relação à sexualidade. Nesse contexto, conforme o filósofo Michel Foucault, a sociedade atual tende a tratar como tabu assuntos que causam desconforto, com destque para o sexo. Logo, é inegável que não falar sobre o assunto contribui para que a população desconheça as consequências das DST e assim, não tenham uma vida sexual responsável e negligencie o uso do preservativo, importante arma de combate ao imbróglio.

Evidencia-se, dessa forma, a necessidade de reverter esse panorama. Portanto, na perspectiva de combater o aumento dos infectados por DST e promover uma educação sexual responsável, cabe ao Ministério da Saúde em conjunto ao Ministério da Educação adicionar ao currículo escolar desde o ensino fundamental II, aulas e palestras sexuais ministradas por médicos e destinadas aos alunos e seus responsáveis. Além disso, criar cartilhas destinadas à população informando a importâcia de falar sobre sexo e as doenças adquiridas com o a negligência do uso do preservativo.. Dessa maneira, haverá a força necessária para mudar o percuso das DST, da existência para a extinção.

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