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Formas de combater as doenças sexualmente transmissíveis no Brasil

As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são hoje um dos problemas de saúde pública mais comuns no mundo. Entretanto o surgimento é antigo, ainda na Idade Média em 1500, a sífilis atingiu grande parte da população européia e a cura foi encontrada somente depois de 1900 com a invenção da penicilina. Ainda assim, as DST's estão presentes se espalhando desenfreadamente pois a falta de conhecimento dos reais riscos são alarmantes, originadas pela falta de informações necessárias principamente no ínicio da vida sexual.


De acordo com o Ministério da Saúde, somente 44,4% dos jovens entre 15 e 24 anos usam preservativos em toda relação, representando assim, um grande risco de contato as DST's como HPV, gonorréia, sifílis, e clamídia, muitas delas com sintomas dolorosos e outras permanecem sem sintomas por um tempo, mas por outro lado, sabe-se que a camisinha é uma das ferramentas mais seguras para a proteção sexual. Com o desuso desta pela população sexualmente ativa, o risco de contato é bem maior ocasionando assim o alastramento das DST's no último século, dificultando a erradicação planejada pela Organização Mundial da Saúde, além de ser porta de entrada facilitada para outras doenças comuns.


Hoje, os jovens ainda contam com um outro fator de transmissão acentuada que é o número de parceiros anual. Uma pessoa tem mais de 5 parceiros sexualmente durante um ano, e cada vez com mais frequência a mudança de parceiro, a probabilidade de se infectar acaba sendo cada vez maior a cada relação praticada, visto a rápida rotatividade casual. Dessarte, a imprudência é implantada pela falta de informações necessárias sobre quais são as consequências da prática de um sexo desprotegido, alimentando a desconsciência dos jovens sobre o caso, aonde o governo tem papel incontestável.


Diante do que foi supracitado, faz-se necessário uma mudança no setor da sociedade, seguindo o pensamento do filósofo Confúncio "Saber o que é certo e não fazer é falta de coragem", começando rapidamente com um pacto entre os estados e prefeituras, dando enfâse aos munícipios mais carentes, adotando palestras para jovens nas escolas com profissionais da saúde de modo ao acesso a informação e a conscientização do uso de preservativos, na finalidade de reduzir o avanço das DST's no Brasil e no mundo. Dessa forma, as formas de combate serão bastante efetivadas reduzindo então as incidências dos casos atuais.




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