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Formas de combater as doenças sexualmente transmissíveis no Brasil

Brás Cubas, o defunto autor de Machado de Assis, diz em suas ´´Memórias póstumas´´ que não teve filhos e não transmitiu a nenhuma criatura o legado de nossa miséria. Talvez hoje ele percebesse acertada a sua decisão: a postura de muitos brasileiros frente a percussão de doenças sexualmente transmissíveis. Com isso, surge a problemática da falta de conscientização que persiste intrinsecamente ligada à realidade do país, seja pela insuficiência de leis, seja pela lenta mudança de percurso do problema pela sociedade.
Em primeira análise, é valido ressaltar o crescimento epidêmico. De acordo com a Organização mundial da saúde, a cada ano no Brasil cerca de 5700000 pessoas contraem DSTs e por consequência o principal fator que direciona o problema: a abolição do medo. Dessa forma, encontra-se na teoria de luta de classes do sociólogo Karl Marx, na qual predomina uma hierarquia social. Sendo assim, a percepção do sociólogo hodiernamente reforça a persistência do problema, uma vez que a burguesia por não está no quadro de extermínio do medo, não há uma grande ascensão em sua classe social. Sendo predominante assim, nos proletariados.
Ademais, por serem locais onde a pratica ocorre, o meio social deveriam está aptos para propiciar na solução do problema, no entanto, não estão. Nesse sentido, as consequências dessa eclosão epidêmica é fortemente sentida pela população. De tal forma que o elevado índice de mortes, aterroriza a nação. Conforme a Organização mundial da saúde 825 mil pessoas contraem o HIV, não sofrendo assim nenhuma intervenção governamental eficientemente na prática. Dessa forma, fica nítido tamanho despreparo estrutural. Desse modo, torna-se claro a emergência de mudanças de percurso dos DSTs.
Infere-se, portanto, que as doenças sexualmente transmissíveis é um mal para a sociedade brasileira. Sendo assim, cabe a Organização mundial da saúde juntamente com o Governo Federal construir centros de reabilitação para cada tipo de doença contraída, afim de atenuar a sua percussão, além de aumentar o tempo previsto de reabilitação para quem rejeitar o tratamento. Ainda, cabe à escola criar palestras sobre a estrutura das doenças e seus problemas, visando informar crianças e jovens sobre as diferentes formas de pensamento de determinada classe social no quotidiano. Outrossim, a sociedade deve se mobilizar em redes sociais, no intuito de protestar, assim como no movimento primavera árabe. Assim, poder-se-á transformar o Brasil em um país desenvolvido socialmente e criar um legado de que Brás Cubas pudesse se orgulhar.
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