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Formas de combater as doenças sexualmente transmissíveis no Brasil

Entende-se que, no Brasil, a cada ano o número de pessoas acometidas por doenças sexualmente transmissíveis, as famosas DSTs, vêm aumentando gradativamente, e isso vem preocupando cada vez mais o Ministério da Saúde, que apresentou um quadro preocupante com a informação de que, apenas 56,6% da população brasileira entre 15 e 24 anos sexualmente ativa usa preservativo com seus parceiros fixos ou eventuais. Esses problemas de saúde pública requerem a devida atenção da sociedade brasileira e de seus órgãos competentes para serem resolvidos.
Não é difícil de se entender o porquê de tantos brasileiros serem contaminados por DSTs todos os anos, pois o Brasil, não investe de forma tão eficiente na conscientização das pessoas, ou seja, é algo que poderia ser bem mais evitado se nas escolas desde cedo fosse ensinado nas aulas de ciência e biologia que, relações sexuais sem a devida proteção é um risco à vida e a saúde tanto para quem a pratica, quanto para quem convive com quem não se protege. Hospitais públicos e até mesmo os particulares apresentam cartazes com informações sobre o assunto ,porém esse é um meio que não atinge a todos, tendo em vista que as pessoas só frequentam esses lugares quando necessitam de ajuda médica.
Os problemas não podem ser somente resolvidos com cartazes e panfletos, já que, muitos brasileiros são analfabetos ou não compreendem por completo o que esses meios de informação estão tentando dizer. Uma região onde isso se mostra bem evidente, é a região do nordeste do Brasil, cujo os indivíduos em sua maioria quase não foram instruídos ou não sabem o quão perigoso é ter uma relação sexual sem as devidas precauções,o que faz com que doenças que foram apontadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como sífilis, gonorreia, clamídia, herpes e HPV sejam cada vez mais frequentes e em números cada vez maiores, já que adolescentes estão frequentemente iniciando sua vida sexual cada vez mais cedo e sem preocupação com métodos de prevenção de doenças e até mesmo contraceptivos.
Contudo, medidas são necessárias para resolver os empasses. O ministério da Saúde pode, em conjunto com as instituições de ensino, fixar na grade curricular a educação sexual por meio de palestras didáticas para crianças, jovens e adolescentes, pois estes, poderão por meio do conhecimento adquirido nestas palestras adquirir mais entendimento sobre os riscos que correm ao realizarem o ato sexual sem o uso da camisinha. E não somente isso, também se faz necessária a participação das pessoas na divulgação de informações verdadeiras e orientadoras, tanto no meio familiar por meio de conversas entre pais e seus filhos, quanto por meio de redes sociais, que influenciam de forma muito significativa os adolescentes, que são os mais suscetíveis a tais doenças, e conseguem atingir de maneira rápida muitos usuários ao mesmo tempo e em regiões diferentes, não importando a região ou estado no qual estão.
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