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Formas de combater as doenças sexualmente transmissíveis no Brasil

No filme americano intitulado "Clube de compras Dallas", um eletricista heterossexual, em 1906, é diagnosticado com AIDS, porém, fruto de uma sociedade ainda ignorante, recusa estar doente e contrabandeia drogas para o até então inexistente tratamento. Analogamente, embora hodierna a medicina tenha evoluído, ainda se convive com o aumento descontrolado de doenças sexualmente transmissíveis no Brasil, seja pela permanência da "camuflada" falta de informação social em se precaver, seja também pela ineficiência de programas governamentais em sanar o problema. Dessa maneira, vide as consequências desastrosas para a saúde humana, deve-se propôr caminhos efetivos para a solução.
Cabe analisar, de início, em relação ao aumento dos casos de DST's, a falta de informação que jovens, em específico, possuem sobre o assunto. Conforme levantamento da OMS, organização mundial da saúde, e do departamento de educação, mostra-se pouco relevante o trabalho escolar para tratar o assunto das doenças e formas de prevenção, uma vez que na grade curricular não há o debate específico do problema, tão somente explanado de maneira superficial em aulas de biologia, por exemplo. Dessa forma, o Brasil se encontra entre os países com o maior número de casos, com crescimento de 8% ao ano, segundo pesquisas, e, infelizmente, a juventude, em grande número, sofre com tal perspectiva desanimadora.
Ademais, além do público não estar sendo o alvo sucesso de campanhas do governo, essas, sobretudo, não têm respaldo para ampliação. Tão somente divulgadas em épocas festivas como no carnaval, por exemplo, o uso de preservativo fica esquecido socialmente ao decorrer do ano e, consequentemente, mesmo que de forma gratuita o governos os distribua, tamanha é a sua acumulação em postos de saúde. Além do mais, nesse ínterim, pode-se apontar a curta ampliação de programas que sequer chegam a universidades e em meios de alta circulação pública, como praças e festivais. Dessa maneira, a fim de se evitar o legado histórico como em surtos há 30 anos no mundo ou como destacado no filme, urge o encontro de caminhos eficientes de prevenção.
Portanto, para que se reverta a expectativa do aumento de pessoas com doenças sexualmente transmissíveis, é primordial que responsabilidades sejam compartilhadas entre poder público, escolas e mídia. Assim sendo, incluir na grade curricular de educandários a orientação para a prevenção como a forma correta de uso de preservativos, deve ser alvo da ministério da saúde. Além de, ainda, fomentado pelo governo e redes televisivas, a colocação de vídeos em horário nobre, anualmente, companhas de prevenção como sites, aplicativos e locais com atendimento médico, para que o cidadão possa encontrar ajuda. Somente assim, com a articulação dessa pluralidade, será impreterível para diminuir tal agrura.
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