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Falsidade ideológica no Brasil

  Na obra "Vidas Secas" de Graciliano Ramos, retrata a luta de Fabiano e sua família no sertão nordestino diante da falta de água. Fora da ficção, infelizmente, a crise hídrica no Brasil ainda se faz presente. Nesse contexto, isso ocorre por conta das atividades do agronegócio e da negligência do estado. Logo, são necessárias medidas para ressolver o impasse.


   Em primeiro plano, é fato que o agronegócio é o maior responsável pelo gasto hídrico em todo o país. Segundo o filósofo Tales de Mileto, "Tudo é feito de água", paralelamente a isso, todos os alimentos e produtos são cultivados a base desse recurso hídrico e diversas técnicas da agricultura fazem o uso da água de maneira inconsequente, assim gerando desperdício. Segundo dados do Fundo das Nações Unidas de Agricultura e Alimentação revelam que 70% da água é utilizada no setor agropecuário. Logo, isso reflete na precariedade das populações que carecem desse recurso e atitudes devem ser tomadas para resolução do problema.


  Ademais, a negligência estatal contribui para a crise hídrica, sobretudo na questão do ruim sistema de saneamento básico. Nesse sentido, o livro "Capitães de Areia" do escritor Jorge Amado, retrata o descaso do governo com a população ao não promover políticas públicas de saneamento. Analogamente a isso, apesar de figurado, se assemelha à situação os brasileiros vivem na medida em que não há um saneamento básico eficaz. É evidente que, a água não é reaproveitada e cabe ao estado mudar esse cenário de forma rápida.


  Portanto, é indubitável mudar o panorama da crise hídrica no país. É dever do estado juntamente com o Ministério do Meio Ambiente, criar um órgão que fiscalize o agronegócio por meio de um aparelho tecnológico que mostre as taxas do gasto hídrico a fim de evitar o desperdício. Além disso, uma reforma em toda rede de saneamento. Dessa forma, a sociedade brasileira ira atenuar a crise da água.


 


 


 

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