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Falsidade ideológica no Brasil

Falsidade ideológica no Brasil


 


                Quando nos referimos sobre a falsidade ideológica no Brasil, remete-se, mais precisamente, aquilo que tradicionalmente é conhecido como o “jeitinho brasileiro”. É importante ressaltar que a falsidade ideológica vai desde às “pequenas infrações” do dia a dia, aquelas mais “inocentes”, até aquelas possuem grande potencial de prejudicar bastante gente. No atual contexto, para que a questão da falsidade ideológica entre em debate na sociedade, o Brasil deve realizar parcerias à esclarecer para a população sobre o crime de falsidade ideológica a fim de existir uma redução deste tipo de prática.


                Historicamente, sabe-se que o brasileiro é conhecido por sempre dá um “jeitinho” em tudo. Isso porque ele resolve os problemas da forma mais rápida, mesmo que para isto, ele não precise seguir o Código Civil, e por isso, infringe às Leis, bem como, na maioria das vezes procura obter vantagens à todo custo. Uma prova disso é que com a pandemia do Coronavírus, o governo brasileiro liberou o auxílio emergencial para a população mais desassistida, e, segundo dados do Ministério da Cidadania, mais de 620 mil pessoas receberam este recurso de forma indevida, o que gerou um custo estimado de um bilhão de reais aos cofres públicos.


                É importante analisar que, no Brasil, o crime de falsidade ideológica vem sendo cometido e expandido com a ajuda das redes sociais. Uma prova disso é a quantidade de perfis falsos existentes na rede, onde muitos usuários mal intencionados se passam por pessoas que não existem na vida “real”. Segundo dados do Facebook, em 2017, foram removidas mais de 270 milhões de contas falsas, superando a população brasileira. Com base nesses dados, sabe-se que o crime de falsidade ideológica saiu do mundo real e ganhou força no mundo virtual, onde muitos usuários se aproveitam do anonimato, para praticar os mais diversos tipos crimes, dentre eles: difamação, calúnia, além de expor todo o preconceito e ódio.


                Diante de todos os aspectos apresentados quanto à falsidade ideológica no Brasil, endente-se que não adianta, apenas, combater os perfis falsos e os mal intencionados e não resolver, também, a questão cultural brasileira de levar vantagem na primeira oportunidade. O ministério da justiça deve promover ações educacionais e de conscientização da população, com propagandas e cartilhas explicando sobre os crimes de falsidade ideológica mais cometidos no dia a dia e suas respectivas penas. Deve promover, também, ações em conjunto com os sites das redes sociais, de modo que, apenas um usuário seja cadastrado por cpf, a fim de que exista um maior controle dos sites, de modo que diminuam os inúmeros crimes que são cometidos com o uso de perfis falsos.

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