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Fake News

"Fake News": Um risco à democracia


"Um povo que lê nunca será um povo escravo". A renomada frase do escritor Antônio Lobo Antunes, expressa a ideia de que a leitura é a salvação da humanidade. Conquanto, ler não tem mais garantido a formação de indivíduos conscientes ou informados, pois a propagação de "Fake News" cresceu deliberadamente nos ultimos anos. Tais notícias geram consequências negativas em decorrência de beneficiar alguns e prejudicar outros.


A política democrática garante o direito de voto aos cidadãos. Todavia, as "Fake News" têm influciado diretamente neste, o que faz com que um candidato político possa ser eleito indevidamente, caso do então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, beneficiado com falsas notícias disseminadas pelo governo russo em 2016. Faz-se mister, ainda, salientar que um presidente mal intencionado pode colocar em risco a economia, os direitos dos cidadãos, as relações e visão internacional da pátria.


Ademais, urge elucidar que essas notícias podem denegrir moralmente determinado indivíduo, fazendo este perder o emprego, admiração e, em certos casos, a liberdade, o que pode ocasionar doenças como depressão ou, pior, levá-lo ao suicídio. Trata-se, portanto, de uma verdadeira violência contra a sociedade e, como defende Jean-Paul Sartre, a violência, seja qual for a maneira como se manifeste, é sempre uma derrota.


É indubitável que mecanismos, como o sistema de denúncias do Facebook, sejam criados e os já existentes aprimorados pelas redes de comunicação a fim de coibir a difulsão dessas falsas verdades. Também, o Poder Executivo deve ser mais rigoroso na busca por colcocar em prática as leis de calúnia, difamação e injúria, e o Poder Legislativo pode promulgar uma lei específica referente às "Fake News". Desse modo, a máxima de Antúnes voltará a ser realidade e o povo não será escravo da mentira.

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