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Excesso de trabalho e saúde mental

 No ano de 1968 o psicólogo americano Wayne Oates criou o termo "Workaholic" na intenção de definir os trabalhadores compulsivos . No século XXI tal conclusão nunca esteve tão presente no mercado de trabalho e assim como qualquer outro vício pode desencadear sérios problemas psicológicos. Nesse sentido torna-se indispensável um debate sobre o excesso de trabalho e a saúde mental.


 Em primeira análise, a sociedade atual infelizmente enaltece o termo workaholic como qualidade e não como um problema que precisa ser resolvido. De acordo com dados do G1, há grande correlação entre o trabalhador compulsivo e outros distúrbios mentais como a ansiedade e depressão; além de que tal situação prejudica a produtividade do indivíduo. Com isso se ver que a falta de informação informação dá poder ao vício ao dizer que o mesmo e benéfico.


 Em segundo plano, o déficit em saúde mental custa caro e as empresas estão percebendo. Recentemente a OMS (Organização Mundial de Saúde) revelou que os transtornos depressivos e de ansiedade (uma das principais causas de afastamento dos funcionários) custam 1 trilhão de dólares a economia global em perda de produtividade. Número assustador que mostra a falta de preparo das companhias em relação psicológico do seu trabalhador.


 Em síntese, em uma busca pela melhor qualidade de vida do indivíduo, a secretaria do trabalho (órgão responsável pelos os direitos trabalhistas brasileiros ) deve se empenhar em criar uma lei por meio do ministério da saúde (órgão responsável pela administração da saúde pública do país) que torne obrigatória a presença de psicólogos nas empresas brasileiras. Espera-se com isso a redução de transtornos psicológicos no ambiente de trabalho, além de maior produtividade dos funcionários.

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