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Excesso de trabalho e saúde mental

  Desde o contexto da Revolução Industrial sucedida no século XVIII e XIX, observa-se a assiduidade marcante das extensas cargas horárias vivenciadas pelo operário. Entretanto, esse ciclo de trabalho vicioso permanece ainda retratado na atual sociedade contemporânea, sobretudo na saúde mental do trabalhador. Isso se deve principalmente pelo estresse crônico presente no cotidiano que causa consequentemente, o esgotamento profissional.


  Referente ao fator principal, nota-se que segundo a linha de pensamento do sociólogo Karl Marx, a alienação provocada pelo vício ciclíco do trabalho herdado principalmente pelo decorrer histórico do capitalismo, provoca como consequência imediata o estresse crônico do operário.Logo, é inaceitável que um pensamento decorrido em tempos retrógrados, torna-se tão presente na atual classe trabalhadora.


  Outrossim, o esgotamento profissional de acordo com a linha Marxista, gera a alienação do homem pelo homem, no qual este transforma-se estranho ao próprio ser devido à redução temporal de dedicação à si próprio. Sendo, desse modo, perceptível a extrema necessidade de ações voltadas à saúde mental do trabalhador por parte dos empregadores.


  Dessa forma, fundamentando-se na concepção Marxista, é necessário uma revolução para que ocorra uma transformação social contrária à alienação. Revolução essa que, deve ser desenvolvida pelas empresas, que deveriam procurar auxílio através de uma assistência profissional da saúde e lazer que busque partir do esforço integrado entre desenvolvimento terapêutico psicológico e corporal, oferecer aos trabalhadores meios de reduzir o extenso peso do excesso de trabalho que reflete, consequentemente, na saúde mental do operário. 

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