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Excesso de trabalho e saúde mental

 


     A Revolução Industrial foi um dos cenários que mais promoveu o adoecimento dos trabalhadores, sendo esse, um resquício que perdura até hoje em nosso país. O excesso de trabalho aliado a pressão para realizar e concluir atividades é um entrave, que traz como consequência, efeitos prejudiciais à saúde mental.


  Em uma primeira abordagem, podemos correlacionar o trecho "No meio do caminho tinha uma pedra" de um poema do Carlos Drummond de Andrade com tal quadro, visto que, o excesso de trabalho é prejudicial à saúde. Outrossim, é o fato do trabalhador estar sempre conectado com o trabalho, até nos dias de repouso semanal, que em tese deveria ser para o descanso do empregado. Além disso, muitos funcionários acabam encurtando ou não cumprindo com o horário de almoço, para concluir ou realizar atividades, que, ocasionadas pelo excesso, não conseguiriam cumprir na carga horária padrão.


       Em uma análise mais aprofundada, observa-se que a saúde é a principal afetada pelo excesso de trabalho, em específico a mental. A pressão exercida no funcionário para o cumprimento e conclusão de tarefas, ao longo do tempo, podem causar crises de ansiedade, que trazem como sintomas: medo de situações cotidianas, preocupação excessiva, frequência cardíaca elevada, entre outros males, prejudicando sua saúde, convívio com colegas de trabalho e andamento das atividades.


      Portanto, é mister que o Ministério do Trabalho e o Governo Federal atuem com medidas punitivas, criando um centro específico onde trabalhadores pudessem denunciar essa realidade abusiva. ONGs atuando em campanhas nos municípios, alertando e conscientizando a população por meio de campanhas e palestras, a fim de denunciarem essas ações. Assim, o abuso visto na Revolução Industrial será apenas história, e não uma realidade em nosso país.

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