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Excesso de trabalho e saúde mental

     Desde o iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa o excesso de trabalho e a saúde mental, verifica-se, atualmente, que esse ideal iluminista consta na teoria e não de fato na prática e a problemárica persiste intrinsecamente ligada à realidade do país, seja pela autocobrança demasiada no ambiente profissional, seja pela baixa procura por auxílio emocional.


 


      Inicialmente, observa-se que problemas associados ao excesso de trabalho e a saúde mental não apenas existem como vêm crescendo a cada dia. De maneira análoga, destaca-se como o fator mais recorrente a autocobrança demasiada no ambiente profissional. Na série brasileira "sob pressão", o casal de médicos Carolina e Evandro não se desprendem de suas responsabilidades profissionais, ocasionando, assim, um baixo engajamento em suas vidas pessoais. Apesar de ficional, o enredo enfatiza uma realidade frequente no meio social, constatando-se como fatores agravantes assuntos interligados a questões financeiras, de proeminência empresarial e sobre a busca demasiada por destaque profissional.


 


      Como consequência, destaca-se como impulsionador do problema a baixa procura por auxílio emocional. Como primeira constatação, vê-se que enferminadades relacionadas ao esgotamento emocional vêm se enraizando a cada dia na sociedade brasileira. Igualmente, a resistência cultural a respeito do assunto unida à falta de apoio médico empresarial enfatiza a baixa procura por pscicólogos, ocasionando, desta forma, um índice acentuado nos casos de ansiedade, distúrbios do sono e depressão relacionados ao trabalho excessivo. 


 


      É evidente, portanto, que o excesso de trabalho e a saúde mental é um problema social que necessita de medidas ageis para o seu efetivo combate. Dessa maneira, faz-se necessário que o Governo Federal, em parceria com as mídias televisivas e sociais, invista em campanhas que visem a valorização do bem estar mental do trabalhador brasileiro, com o intuito de reduzir os casos de doenças associadas ao esgotamento emocional. Além disso, o Ministério da Educação, em parceria com psicólogos e com o Ministério do Trabalho, deve inserir, nas escolas de ensino médio, palestras e peças teatrais que visem enfatizar os perigos da autocobrança exagerada no ambiente profissional com o propósito de consciêntizar a população desde o início da inserção  no mercado de trabalho. Assim, torna-se indispensável a autoeducação individual de cada cidadão pois somente a educação transforma as pessoas para que elas mudem o mundo.   

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