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Excesso de trabalho e saúde mental

Desde o advento da revolução industrial nos séculos xviii e xix, fenômeno, que possibilitou não só o implemento das máquinas para o aumento da produção, mas também uma série de consequências para os trabalhadores, a qual se iniciam desde péssima condições de trabalho até horas que se excediam em serviço. Hoje, apesar da existência em 1943 da Consolidação das Leis de Trabalho (CLT), milhões de brasileiros ainda sofrem com a exaustão profissional, definida como Burnout, a qual afeta a saúde física e mental. Sob essa ótica, é de responsabilidade governamental aderir projetos de ajuda psicológica no ambiente de trabalho a fim de promover a percepção e diagnósticos da exaustão causada pelo estresse.


Nesse contexto, o pensamento de Herbert Freudemberg se faz presente, quando expõe em 1974 o Burnout, que se caracteriza pelo esgotamento profissional, cansaço que não passa, irritabilidade,desânimo constante e sensação de frustração em funcionários que se envolviam demais em suas funções. Segundo dados da Associação internacional de gestão de estresse, 32% dos brasileiros sofrem com a exaustão no ambiente profissional, sendo comparada a um "pane de sistema". Desse modo, é necessária o dabate sobre os sintomas persistentes de estresse e da importância da desaceleração das atividades, a fim de promover um melhor zelo dos limites corporais.


Dentro dessa perspectiva, no dia 10 de outubro foi instituido como o dia Mundial da Saúde Mental,em 2017, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a qual afirma que situações de competitividade,assédio e o medo do desemprego, são as principais causadores de transtornos generalizados de estresse. Como no filme o "Diabo veste Prada", que demonstra cenas de autoritarismo e abuso de poder para a nova estagiária, Andrea Sachs a qual vê sua vida girar completamente em torno do trabalho,afetando sua saúde e vida pessoal. Esse  cenário portanto, prejudicada a integridade e funcionamento de profissionais, sendo fundamental o debate a fim de solucionar incômodos, para que não venham a se tornar doenças generalizadas sérias como a depressão e ansiedade.


Ante ao exposto, as crises de estresse e seus efeitos  em sociedade, devem ser abordados de maneira informativa e com auxílio de tratamento específicos. Para ampliar esse tema, o Poder Público através de incentivos fiscais em empresas, deve criar projetos e campanhas de assistência médica e psicológica em redes corporativas públicas e privadas. Promovendo assim, o debate e a facilidade no atendimento de transtornos recorrentes de estresse no ambiente profissional. Além disso, deve propagar a importância da saúde mental em comunidadea, com feiras de atendimento gratuito com a participação de psicólogos e coachs. Dessa forma, cidadãos estarão aptos para entender seus limites no trabalho e em sua vida pessoal.


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