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Excesso de trabalho e saúde mental

          Segundo o filósofo suíço Jean Rousseau, ‘’A natureza fez o homem feliz e bom, mas a sociedade depravo-o e torna miserável’’. Partindo desse pensamento observamos a pressão social imposta para as pessoas trabalharem a cada dia mais. Tal pressão gera na sociedade muito estresse que se acumulando resulta em doenças mentais, além de um desempenho profissional afetado.


         De início, é importante destacar o papel das empresas que necessitam auxiliar seus funcionários nas questões psicológicas, pois para se obter melhores resultados e funcionários com o foco no serviço é necessário uma boa saúde mental. Em grandes empresas com a BRF, atitudes como a de pequenos intervalos foram tomadas, gerando rapidamente um aumento na produtividade dos prestadores de serviço.


      Como consequência da era tecnológica do século XXI, a síndrome do burnout, a doença do século, traz preocupação por parte dos médicos, pois em comparação com os últimos anos o número de pedidos de auxílio-doença na previdência por causa dessa síndrome apenas aumentam, e infelizmente é um gráfico com tendência de subir em progressão geométrica diz a Associação Brasileira de Psiquiatria.


       À luz do exposto, o fato não pode ser ignorado e necessita de mudanças. Tais mudanças passam pelas empresas, no investimento com o tratamento psicológico ou até psiquiátrico para os funcionários que necessitam. Além da criação de intervalos, para que os trabalhadores possam se desligar de suas atividades, voltando mais focados e concentrados. Passa pelos trabalhadores a missão de tirar alguma hora de seu dia, para um momento de lazer, se mantendo afastado de suas preocupações.

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