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Excesso de trabalho e saúde mental

     Em 1932, Getúlio Vargas concedeu ao trabalhador brasileiro o direito de trabalhar apenas oito horas por dia e parar de ser explorado por seus patrões. Nos dias atuais, o cenário se encontra invertido: os assalariados querem trabalhar cada vez mais para ga-nhar mais. Nesse contexto, o vício no trabalho e o surgimento de doenças psicológicas estão crescentemente mais preocupantes.


    Primeiramente é preciso ressaltar que, a ilusão das horas extras está criando pessoas “workaholics”. Em muitas empresas, os empregados são beneficiados se trabalharem além de seus expedientes. Eles podem ser renumerados ou podem folgar as horas a mais trabalhadas. Para o empregador, quanto mais se trabalha, melhor para a empresa e o trabalhador tem uma falsa impressão de isso ser vantajoso para ele. Porém, essa matança por dinheiro está acarretando sérios problemas para os jovens e adultos do Brasil.


   Outrossim, o atual modelo de mercado de trabalho está adoecendo a sociedade contemporânea. A competição entre trabalhadores e a ganância por dinheiro, são cenários comuns nesses ambientes. Mas o ser humano não está preparado para esse tipo de atitudes, e acaba entrando em crise. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), até 2020, o número de pessoas com depressão no Brasil chegará a 17 milhões. Esse número é muito alarmante já que o suicídio mata uma pessoa a cada 40 segundos no mundo.


   Fica claro, portanto, que o trabalho excessivo é muito prejudicial para a saúde física e mental da população. Para isso ser amenizado, o Governo junto do Ministério do Trabalho deve programar leis limitando quantas horas extras um trabalhador pode fazer para evitar problemas futuros. Além disso, ONGs devem conscientizar os empregados fazendo palestras sobre a importância de ter uma saúde saudável e que dinheiro não é tudo.

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