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Excesso de trabalho e saúde mental

  “Quem quiser ter saúde no corpo, procure tê-la na alma.” Proferiu o escritor espanhol, Francisco Quevedo. No entanto, no cenário brasileiro atual observa-se justamente a questão do excesso de trabalho e saúde mental. Nesse contexto, percebe-se a configuração de um grave problema de contornos específicos, em  virtude dos problemas físicos e mentais além da importância das empresas no acompanhamento  do tratamento desses indivíduos. 


   Em um primeiro instante, convém ressaltar que os problemas físicos e mentais é uma das principais consequências do excesso de trabalho. Isto é, de acordo com os especialistas, a síndrome de burnout é a doença do século XXI, A International Stress Management Association (Isma-BR), estima que 32% dos trabalhadores brasileiros sofram desse tipo de stress. 


   Ademais, segundo o filósofo e psicólogo, William James, “O ser humano pode alterar a sua vida mudando sua atitude mental.”. Assim sendo a pessoa para buscar o tratamento da síndrome de burnout é necessário o apoio da empresa ou estabelecimento aonde trabalha, buscando assim receber todo o tratamento necessário para curar sua saúde mental.  


   Portanto, algo precisa ser feito com urgência para amenizar a questão. Logo, os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), por meio de palestras deve mostrar a importância da saúde mental e os malefícios do excesso de trabalho. Nesse sentido, o fito de tal ação é buscar um melhor índice de saúde mental no Brasil, e a redução das estatísticas de brasileiros que possuem a síndrome de burnout. Somente assim, esse problema será gradativamente erradicado. 

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