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Excesso de trabalho e saúde mental

 Em 1954, o então presidente do Brasil, Getúlio Vargas,  de  maneira planejada, cometeu suicídio. Pois   ele não conseguiu lidar airosamente  com o cargo que exercia. Sob esta ótica, hodiernamente, o excesso de trabalho tornou-se prejudicial à saúde mental dos cidadãos modernos. Contudo, é imperativo o debate sobre as causas e consequências dessa problemática, que integra as sociedades contemporâneas.


  A priori, o modelo capitalista de produção é um vigente entrave na liquidação desse impasse. Posto que, o modelo fordista, adotado no século 18, além de buscar eminentemente o lucro, produz em grande escala; para isso, é cobrado uma carga horária, muitas vezes, excessiva dos trabalhadores - situação que ocorria nas revoluções indústrias e que ainda se faz apta. Algo que é extremante prejudicial ao desenvolvimento saudável desses indivíduos e, simultaneamente, contribuidor para a ocorrência de doenças mentais: como, por exemplo,síndrome do esgotamento profissional, causada em seu ínterim pelos problemas supracitados, os quais  estão em  vigor no sistema trabalhista.


  Posteriori, a saber, na China Antiga, a sociedade era formada por casta- divisões das classes sociais que eram hereditárias e imutáveis. Porém, no mundo atual as sociedades estão divididas em poder aquisitivo e, por conseguinte, função trabalhista que o sujeito exerce. Nesses viés, os cidadãos contemporâneos, buscam incansavelmente o seu crescimento profissional e, concomitante, trabalham de forma exarcebada, o que fomenta em diversos danos mentais a esses; pois como afirma Rousseau, o homem natural é puro, porém o homem social  se tornou doente diante da polarização dos poderes econômicos.


 Em síntese, a cobrança desnecessária do sistema capitalista e  a latente buscar por mudança de "castas" , são os explícitos problemas na coibição do execesso de trabalho e seus  efeitos negativos  na saúde mental dos indivíduos. Desta forma, é imperioso medidas para atenuar o problema pautado. Portanto,  de primeira instância, cabe ao Poder Legislativo  cria leis que venham impôr as empresas de cada país, a responsabilidade de criar locais específicos  de lazer, para os funcionários,  como ja ocorre no  Japão; visando aumentar o bem estar de cada um  e, analogamente, sua produtividade. Ademais, cabe à escola promover aulas periódicas de  ciencias humanas - em especial filosofia-, com o fito de ensinar aos alunos a importância do equilíbrio correto entre trabalho e lazer. Só assim, tornar-se-á possivel mitigar essa problemática no mundo atual.

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