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Excesso de trabalho e saúde mental

  Segundo Bauman, as redes sociais atuam como armadilhas contemporâneas. Por isso, há hodiernamente um grande problema quanto a valorização do trabalho excessivo que é promovida através dessas ferramentas. Assim, o autocuidado passa a ser visto como algo banal, enquanto o sacrifício pessoal é exaltado.


  Inicialmente, é importante destacar que o capitalismo informacional exige muito dos funcionários. Entretanto, essa exigência está causando o que Karl Marx chamou de alienação, visto que o homem se adapta ao trabalho de tal forma que ele se torna a sua vida. É, pois, inaceitável que mesmo com o esgotamento que isso causa, seja compartilhado como algo extremamente positivo.


  É indultável que algumas empresas tentam evitar que seus colaboradores entrem em burnout. Logo, essas instituições investem muito no setor de Recursos Humanos, para que estes por sua vez, busquem meios de proporcionar bem-estar no ambiente de trabalho. Porém, muitas vezes não é o suficiente para resolver a questão.


 Destarte, fica evidente a problemática gerada pelo enaltecimento do excesso de trabalho. Portanto, faz-se urgente a atuação da mídia, mediante campanhas, para que, haja uma reeducação social sobre esse tema. Além disso, cabe ao poder legislativo elaborar uma lei que obrigue as corporações a fornecem tratamento psicológico. Desse modo será possível barrar a banalização da saúde mental.

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